novembro 30, 2006

Ode à Convergência

Modelo no papel, idéia na cabeça, estou na frente do computador. Matrizes, filiais do inferno, inverte, transpõe todos os limites. Tudo certo, aperto o play. Erro, não converge. Convergência, na Wikipedia, “medida pela qual determinado método iterativo se aproxima do seu resultado.” Leio outra: “propriedade de um feixe de radiação ou de partículas em que os raios ou as trajetórias se dirigem para um mesmo ponto.” Sim, o lunático está na minha cabeça. Ergo a minha lâmina, faço as minhas mudanças. Play, de novo: não converge. Mudo os parâmetros, as matrizes se invertem de novo. Tudo o que eu crio, tudo o que eu destruo está no papel, no programa. Convergência? Não. O maluco está na minha cabeça: “You gotta smash your head in the wall until the answer appears in front of you”. O italiano maldito está certo. Mais café. Outra tentativa. O computador pára. Ei, tem alguém aí dentro? Faça algum aceno se estiver me ouvindo... Sem resposta, desligo tudo. A água ferveu, a cabeça ferve. Maldito Ramsey: se ele tivesse o Matlab na época dele, teria lido as mesmas mensagens de erro! Não, não reconheça a derrota sem uma luta. Não vou trocar meus heróis por fantasmas. Sigo em frente, mais café. O feixe de radiação passa raspando pela minha cabeça. Eu sou jovem, a vida é longa, mas eu não tenho tempo para perder hoje. Outro ajuste, mais um raio que passa perto, a resposta é diferente. Convergiu? Não sei. Mas também não apareceu a mensagem de erro. Testes. As nuvens fazem barulhos, trovões em meus ouvidos. Eu grito, mas ninguém parece me ouvir. Convergência, o nirvana. Todos no seu lugar, no mesmo ponto, coordenados. Cheguei no lado escuro da lua.

Este texto foi escrito logo após terminar uma lista de exercícios de macroeconomia. Estava ouvindo Pink Floyd, como as referências devem deixar claro.

Abraços!

Síntese

Exigo a me non ut optimis par sim, sed ut malis melior. by Seneca.

Abraços!

novembro 29, 2006

Duke at Duke

Sim, senhores!!! E a profecia se fez como o previsto! Dia 28 de novembro de 2006 foi a data em que coloquei os pés no ginásio da Universidade para assistir a um jogo de basquete. E que jogo!!! Duke vs. Indiana, transmissão em rede nacional, casa cheia! E eu estava lá!!! Na foto abaixo, os três bravos que encararam a fila para entrar: Hector, Matt e o Primo It.

Ginásio pequeno (9000 lugares), bafo na nuca do banco do time adversário, no juiz, placar central fazendo as recepções da casa. Go, Duke! Go! Go! Go, Duke! Go! Go!

Obviamente, Coach K estava por lá, fazendo o seu trabalho, ao som da charanga local, executando, entre outras, Creedence só com instrumentos de sopro.


Como não poderia deixar de ser, no teto do ginásio, o tributo aos antigos jogadores. Quem acompanha um pouco de basquete na NBA vai rapidamente associar alguns nomes: Grant Hill, número 33, atualmente no Orlando Magic; Christian Laettner, único universitário a fazer parte do Dream Team número 1 (aquele com Michael Jordan, Magic Johnson, Larry Bird, entre outros); Shane Battier, pivô do Houston Rockets.

Por fim, é claro, o jogo!!! E não fui pé-frio: 54 a 51, sendo que Indiana teve três oportunidades para empatar o jogo e errou os três arremessos. No fim, muita diversão, e a certeza do dever cumprido!

Abraços a todos!

novembro 28, 2006

Surpresa, surpresa!

Momentos de alta tensão e expectativa: uma chance única apareceu nesta noite, 21hs no horário daqui. Relatos a seguir! Aguardem!!! Fight, fight, fight!!!

Abraço!

novembro 24, 2006

Futebol Americano

Eu falei que a programação para o feriado ia ser um pouco mais agitada. Taí: jogo de futebol americano, reunindo professores, alunos, muita lama, sujeira... Resultado do jogo: o time dos professores nos deu uma paulada, sobraram algumas escoriações leves, um dedo inchado depois de tentar uma grande recepção e a mente completamente descansada.

Um abraço!

novembro 23, 2006

Thanksgiving Lunch

Conforme prometido, aqui segue a primeira parte da programação de feriado: John (o primeiro à esquerda na foto abaixo) me convidou para o almoço de Ação de Graças na casa dele. Eu, Vladi (búlgaro) e Andrii (ucraniano) éramos os estrangeiros da festa.

Todas as devidas tradições foram seguidas na festa: um brinde com vinho, seguido de um pensamento sobre pelo que estamos agradecendo no ano que passou. No cardápio, peru com bastante molho, purê de batata comum e batata doce e vagem cozida. Na foto abaixo, toda a mesa reunida.

Para a sobremesa, uma variedade de tortas: torta de abóbora tradicional, abóbora com creamcheese, nozes, limão e cranberries. Após a sobremesa, passamos a tarde conversando. Bom papo, boa companhia, excelente festa.

Para o resto do final de semana, mais algumas atividades estão programadas, mas vou manter o suspense por aqui, ao menos mais um pouco. Prometo, assim como fiz da última vez, à medida que os eventos forem se sucedendo, mais fotos no blog.

Um abraço!

novembro 22, 2006

Início de Feriado

Bom, como vocês podem notar, dois posts escritos no mesmo dia, é sinal de que as coisas estão um pouco mais calmas por aqui. Não exatamente, neste caso. A liberdade que estou tendo para escrever agora deve-se mais ao feriado que começou hoje, o Thanksgiving. O feriado na faculdade começou hoje, e vai até o domingo.

Para os economistas, uma nota interessante que eu encontrei sobre o Thanksgiving deve-se à sexta-feira que fica exatamente no meio do feriado: esta é conhecida por "Black Friday". Quando vi o nome, logo associei a alguma tragédia ou coisa do gênero. Muito pelo contrário. A sexta-feira no meio do feriadão deve-se ao início da temporada de compras de final de ano nos Estados Unidos. As duas versões que encontrei para o uso desta expressão deve-se exatamente a isto: uma hipótese para a origem do nome é a sexta-feira registrar o primeiro dia do ano em que alguns lojistas registram seus resultados contábeis com tinta preta (lucro), ao invés da tinta vermelha (prejuízo); a segunda história diz que a sexta-feira é negra justamente pelo inferno que os shopping centers se transformam, com gente querendo aproveitar as liquidações.

A programação para este feriado promete ser interessante (sem compras!!!). Vou atualizando o blog à medida que os eventos forem acontecendo.

Um abraço!

Registros

Acho que faz um tempo que não escrevo sobre as evoluções da casa. Vamos a elas:

1) Em razão da expectativa quanto à futura moradora do local, tive que providenciar um kit básico de recepção: pequena decoração de Natal, com um Papai Noel e duas meias para receber os presentes; tapete para a entrada da casa; um cabide para as roupas não ficarem jogadas pelo quarto; um cesto para colocar a roupa suja; adoçante (para ela, lógico).

2) Sobre alimentação, pouca coisa mudou. O conjunto básico de compras é formado pelo trio "pão, queijo e presunto", além de sopas enlatadas, café (Nescafé, ainda que mexicano), açúcar e cookies. Todavia, em função do conjunto de panelas que eu comprei ainda em outubro (Tramontina, acredite!!!), pude evoluir para itens mais avançados: hamburguer congelado no freezer, pacotes de massa, molho de tomate, salsicha, latas de atum. Até aparecem, de vez em quando, tomate e cebola na geladeira. Quando consigo carona para o supermercado, me dou ao luxo de trazer pizza congelada.

3) Sobre os cookies, mais especificamente: ainda estou em fase de pesquisa, mas se alguém tiver sugestão sobre alguma marca que seja atraente na relação custo/benefício, agradeço. No momento, estou comprando os de chocolate da Chips Ahoy, da Nabisco. Vale o destaque, também, que agora eu descobri os donnuts: variando entre os glaceados e os com chocolate, eles quebram o galho em qualquer café de final de semana.

4) Kit de limpeza: estou armado com dois sprays de limpeza que garantem o básico para o banheiro e os vidros da casa, além de uma vassoura, que eu estreei no último final de semana de outubro (só varri a parte de cima da casa; ainda falta a sala e a cozinha).

Bom, acho que é isto. Como podem ver, cumpri o receituário de montar algo que, vendo bem de longe e sem prestar muita atenção, pode ser chamado de "casa".

Um abraço!

novembro 18, 2006

Para o Meu Super-Herói



Úlcera no duodeno não ia ser a criptonita para derrubar o meu super-herói. Melhoras, pai.

Abraço!

novembro 16, 2006

Milton Friedman

No mesmo ano que o seu co-autor atingiu o auge da academia, ele foi buscar o verdadeiro paraíso.

Um abraço!

novembro 15, 2006

Comfortably Numb

Nada como os clássicos para nos entenderem em certas situações. Depois de algumas horas de estudo, seguido de noites mal dormidas, pensando e sonhando com equações de diferenças, modelos de informação assimétrica e transposição de matrizes, nada como a boa e velha dupla Gilmore-Waters para expressar o que sentimos. Música redescoberta (que besteira, como se precisasse ser redescoberta!) nos CD's que chegaram aqui.

Não bastasse ser maravilhosa, a música ainda me traz uma ótima lembrança: "The Wall" foi um dos primeiros LP's que eu peguei do meu pai para ouvir com mais calma, ainda no aparelho "Polivox" cinza que ficava na sala de casa (está na churrasqueira agora). Tocar o disco exigia uma operação toda especial, pois tinha que andar na sala da mãe (que tinha que ser mantida limpa) e mexer no som do pai. Ai de mim se algo desse errado!

Comfortably Numb

Letra e música: Roger Waters e David Gilmore

Hello.
Is there anybody in there?
Just nod if you can hear me.
Is there anyone home?

Come on, now.
I hear you're feeling down.
Well I can ease your pain,
Get you on your feet again.

Relax.
I need some information first.
Just the basic facts:
Can you show me where it hurts?

There is no pain, you are receding.
A distant ships smoke on the horizon.
You are only coming through in waves.
Your lips move but I can't hear what you're saying.
When I was a child I had a fever.
My hands felt just like two balloons.
Now I got that feeling once again.
I can't explain, you would not understand.
This is not how I am.
I have become comfortably numb.

Ok.
Just a little pinprick. [ping]
There will be no more - aaaaaahhhhh!
But you may feel a little sick.

Can you stand up?
I do believe its working. Good.
That will keep you going for the show.
Come on it's time to go.

There is no pain, you are receding.
A distant ships smoke on the horizon.
You are only coming through in waves.
Your lips move but I can't hear what you're saying.
When I was a child I caught a fleeting glimpse,
Out of the corner of my eye.
I turned to look but it was gone.
I cannot put my finger on it now.
The child is grown, the dream is gone.
I have become comfortably numb.


Abraços!

novembro 13, 2006

Sabedoria Italiana (2)

Vejam aqui como o sábio Germano Mosconi já influencia até o Vaticano!

Sabedoria Italiana (1)

Quando tudo parece perdido; quando o Mas-Colell parece um livro de grego, ao invés de um livro de micro; quando as matrizes do livro do Hayashi parecem um emaranhado sem sentido; quando as equações de diferença no livro do Sargent que deveriam convergir te levam para os caminhos mais absurdos; a única solução só poderia vir do mestre italiano:

novembro 11, 2006

O Mundo Visto da Minha Janela - Outono

Kill Bill

Na versão brasileira de Kill Bill, a mulher toma um tiro na cabeça, reclama que uma bala na nuca está incomodando um pouco, mas que vai manter a rotina. E eu esperando a versão tropical de "a tale of bloody revenge" (por David Carradine em "Kill Bill 2"). Que país porcaria este!!!! *risos

Abraços!

novembro 10, 2006

Contra a Corrente

Além de odiar os meus vizinhos (eu odeio os meus vizinhos), eu odeio correntes na Internet. Correntes na internet correspondem a tudo que existe de pior na espécie humana: a existência de um aproveitador barato (o criador da corrente) e de otários (as pessoas que seguem a brincadeira). Sinceramente, não sei quem deveria ser punido neste caso: o criador ou a pessoa que repassa a corrente. Ambos são tipos abjetos.

A corrente na internet é um dos malefícios gerados pelas novas tecnologias: correntes antigas eram as de cartas, que começavam circulando com aquela brincadeira de escrever o seu nome no final da lista, e repassar aquele texto para mais cinco pessoas. A decadência do envio de cartas resultou no fim das correntes – ninguém mais gastava tempo indo ao correio para postar um maço de papel com uma mensagem cuja única graça era ter o seu nome no final e a esperança de receber alguma coisa em troca. O e-mail trouxe de volta esta atividade triste.

Milhões de mensagens são enviadas tratando da “fulaninha que está com câncer atrás da orelha e que o AOL vai doar 5 centavos para cada vez que esta mensagem for repassada”; ou as mensagens que fazem abaixo-assinados “para serem encaminhados ao Ministério da Justiça e ao Presidente” com o suposto relato de uma “jovem agonizante após um acidente de carro, em que ela ouviu as palavras da mãe para não beber antes de dirigir na volta da festa, mas morre depois de atingida por outro carro conduzido por um rapaz bêbado”; tem ainda aquela outra corrente do famigerado “Horóscopo Chinês”, onde você escreve os nomes de algumas cores, uns números, a data de nascimento, entre outras esquisitices, para no final dizer que “Seus desejos se realizarão se você mandar para 5 pessoas em uma hora. Mande para 10 pessoas e seu desejo se realizará antes de seu aniversário” (acho que foi o Cony que escreveu uma coluna dizendo que o país da moda determina de onde é o “Horóscopo”, e que a vez agora era da China). Não podemos nos esquecer, também, das correntes de fundo religioso, é claro! Uma das que recebi dizia: “lê baixinho:’Jesus eu te adoro e preciso de ti, vem pra dentro do meu coração agora’, envie para 15 pessoas e terás um milagre essa noite.” Além das mensagens referentes aos amigos: “repasse esta mensagem a todos os seus amigos, aqueles que não lhe encaminharem de volta esta mensagem não são seus amigos verdadeiros”.

As próprias correntes de e-mails também se moldam à tecnologia mais atual: agora, com o Orkut e o seu sistema de mensagens curtas, um novo conjunto de correntes se desenvolve, explorando a curiosidade das pessoas. Quem nunca recebeu esta: “Se vc quer a relaçao completa de quem fuça seu orkut,e quantas vezes essa pessoa fuçou é simples,mande esta mensagem para todos seus amigos do orkut e em seguida aperte a tecla F5,o orkut lhe enviará automaticamente não os ultimos e sim todos que te visitaram desde o primeiro dia da sua conta criada no orkut. Incrivel!!!!!” Ou ainda esta: “Pelo fato de haverem muitos profiles não ativos e pelo grande númerode fakes existentes, o orkut está limpando seu cadastro. Todas as pessoas que não repassarem essa mensagem em 48 horas terão seu profile deletado e só poderão se recadastrar após um mês. JÁ FOI CONFIRMADO E O GOOGLE JÁ ESTÁ AGINDO!!!Para não ter seu orkut deletado, passe essa mensagem para as pessoasda sua lista de amigos.”

Todas as correntes pedem para ser repassadas explorando dois defeitos do ser humano: a ignorância e o medo. As mensagens que tratam de notícias que “o Orkut vai ser pago” ou que “a lista será enviada para o Ministério da Justiça e para o Presidente” estão no primeiro caso; as do horóscopo chinês e do número de amigos, no segundo. Se as pessoas parassem por um instante para pensar no significado da mensagem em termos do que efetivamente pode representar de retorno, estas correntes não se propagariam! Por que os meus desejos tem mais chances de serem realizados se eu mandar a “mensagem mágica” para 500 ao invés de apenas 5 amigos? Se o Orkut desse a chance de ver todas as pessoas que já visitaram o nosso perfil, por que isto não seria um recurso disponível a todos, como ele fez para o acesso às últimas cinco visitas?

Ainda não sei quem é pior: os criadores das correntes, os propagadores, ou os meus vizinhos.

Abraços!

P.S.: se você transformar este texto em uma corrente na internet, você ficará broxa para o resto de sua vida!

Cerveja!

Como eu não sou preconceituoso quanto à marcas americanas (no Brasil, cerveja é Polar, e não se fala mais nisto), seguem duas propagandas daqui. Esta da Bud Light é "auto-explicativa":



Já esta da Miller Light precisa de uma introdução: de acordo com a companhia, foi reunido um grupo de "notáveis" entre os homens, para discutir os assuntos fundamentais da categoria. Entre os temas relevantes:

1) vale colocar fruta na cerveja, como uma rodela de limão?

2) quebrar a latinha de cerveja na cabeça é uma boa brincadeira?

3) quanto tempo esperar para dar em cima da ex-namorada do melhor amigo?

Mas esta aqui é a melhor!!!


Abraços!

P.S.: na minha geladeira, atualmente, Samuel Adams esperando gelada.

Notas

Algumas notas, só para dizer que estou vivo:

1) Odeio meus vizinhos. Todos eles. Profunda e honestamente, odeio os meus vizinhos. Eles fazem barulho à noite? Não. Eles perturbam o meu horário de estudos? Não. O que eles fazem de ruim? Lotam o varal comunitário com as suas roupas no primeiro dia de sol disponível!!! Tiro a sexta-feira para lavar roupas, e o varal está cheio! Eles tinham que estar trabalhando, da mesma forma que eu estava estudando na sexta pela manhã! Odeio meus vizinhos.

2) Todo o filme que atinge o topo das bilheterias por aqui tem que ter alguma controvérsia. Chegou a vez de Borat. Não posso dizer nada sobre o que pode ter acontecido, ou se as cenas são, de fato, humilhantes para os garotos. Agora, um aspecto que chama a atenção é eles serem parte destas "fraternidades" daqui. Como disse um colega: só faz parte de "fraternidade" quem não consegue fazer amigos. Lógico que existem as que fazem distinção por mérito acadêmico, entre outros feitos; agora, a grande maioria delas só serve mesmo para promover festas, juntar otários e fazer com que os americanos aprendam as letras do alfabeto grego (todas são identificadas por combinações destas letras).

3) Faz sentido, tem lógica política, ainda que seja a sepultura de bananas no RS.

4) Com todo o respeito: o cara é muito bom, mas que o projeto não se torne curso superior, ok?

5) Respirem aliviados, Ricardões! As chances de vocês serem descobertos é pequena se a coisa der errado: o produto tem sempre a cara dela!

6) Odeio meus vizinhos.

Um abraço!

novembro 06, 2006

O Que Mais Falta?

Pode interessar também a cor da cueca que eu uso para escrever estes posts? A velocidade de produção de bobagens no país cresce assustadoramente... E o que é pior: de alguma forma, o projeto já está andando nas comissões do Senado, como se não tivesse nada mais importante para ser feito.

Um abraço!

novembro 04, 2006

Mafalda, De Novo...

A ingenuidade infantil misturada com a política. Isto tem nome: Mafalda.

Abraços!

novembro 03, 2006

Nova Campanha

Irrite seu amigo: vista-se de preto!

Uma campanha pelo fim da intolerância no Brasil.

Porque isto aqui e isto aqui não podem continuar acontecendo.

Abraços!