julho 28, 2009

julho 27, 2009

Gripe Suína, Impostos e a Internet

Li a notícia que agora já são 38 mortos no Brasil por causa da gripe suína. Por uma curiosidade, entrei no Google do Brasil e digitei a procura pelo termo "gripe suína". O primeiro resultado cujo website tinha terminação ".gov" apareceu na segunda página da procura: era do Governo Americano, mais especificamente do estado de Massachusetts, para um folheto explicando (em um português à primeira vista muito bom) detalhes sobre a doença. O primeiro link vinculado ao governo brasileiro (".gov.br") só foi aparecer na página 4, com uma notícia da Agência Brasil, falando sobre a segunda vítima da doença na cidade de Osasco.

Repeti a mesma pesquisa no site original do Google, com a expressão "swine flu". O primeiro site que apareceu como resposta foi do CDC: Centers for Disease Control and Prevention, do governo americano, em uma página totalmente dedicada às informações sobre a doença. A página inclusive oferece um mapa atualizado, cuja versão parecida (estou chamando "rudimentar" de "parecida" por educação) para o Brasil eu só encontrei na matéria da Folha que coloquei no primeiro link.

Pensei no tempo decorrido desde que as notícias sobre a doença começaram a correr, pensei nos impostos que são pagos no Brasil e pensei nos custos (ínfimos) de abrir um site com a quantidade e qualidade de informações disponíveis no CDC.

Meu bolso doeu.

Abraços!

julho 23, 2009

As Bolas de Shaq na China

Gosta de basquete? Acha Shaquille O'neal um grande jogador? O que sentiria se ganhasse uma bola autografada do seu ídolo?

Quatro crianças chinesas tiveram um gostinho disto. Mas foi só um gostinho: os funcionários da escola (obviamente, funcionários do estado chinês) trataram de acabar com a alegria dos meninos, sobreviventes do grande terremoto do ano passado.

Não acredita? Tudo bem. Você deve preferir acreditar em coisas mais concretas, como o Papai Noel, o Coelho da Páscoa e a Ressurreição de Elvis e Michael Jackson.

Abraços!

julho 22, 2009

Nome não é Destino

A Maria Beatriz daqui vai ter que se esforçar um bocado para conseguir algo na vida, já que o avô não é Senador. Nome não é destino, esforço é.

Abraços!

julho 21, 2009

Rant: "The Economist", DSGE e a "Junção das Águas"

Segue o texto para botar uma lenha no debate que o Shikida resolveu estimular.

Conforme o esperado, outros textos começam a surgir avaliando o papel da teoria macroeconômica moderna no desenrolar da crise atual. A revista "The Economist" deste final de semana faz uma análise do estado da macroeconomia moderna, e o retorno do debate "clássicos vs keynesianos" depois de um período em que alguma convergência no método era aparente através dos modelos DSGE. Também existe uma matéria sobre o papel dos modelos em finanças na crise, mas desta parte eu me abstenho, por completa e assumida ignorância para gerar algo original em termos de opinião.

A matéria faz uma excelente revisão histórica, um bom resumo da crítica, e um início de entendimento sobre a inutilidade de muitas das críticas que apareceram neste período recente. Falando primeiro da história, cita a convergência no método trazida pelo desenvolvimento dos modelos DSGE, estabelecendo entre os economistas de "água salgada" (Harvard, MIT, Berkley) e os economistas de "água doce" (Chicago, Minnesota) uma linguagem padrão por onde a ciência andou nestes últimos anos. Cita também o uso recente destas ferramentas por bancos centrais ao redor do mundo e a importância dada aos seus resultados. Sobre esta parte histórica, acredito apenas ter faltado um detalhe importante, que pretendo retomar ao final do texto: por que os modelos DSGE se tornaram a base da macro moderna? A "junção das águas" não seria possível se o método não fosse atraente para ambos os grupos. Não é, como diz a matéria, uma questão de macroeconomistas "recovering their composure", como se os grupos tivessem fumado o cachimbo da paz em algum instante e simplesmente concordado em usar estas ferramentas.

A respeito das críticas keynesianas dos modelos modernos, a revista cita, obviamente, Krugman e o autor da nova Bíblia heterodoxa em forma de post, Willem Buiter (já notaram como todo economista heterodoxo, em especial os brasileiros, quando querem criticar os modelos DSGE, citam o texto de Buiter?). Shikida traz o texto de Mario Rizzo, e aponta, com precisão, o quão batida já é a conversa da "matemática excludente, censora, neo-liberal e castradora da criatividade acadêmica". A matéria segue com a história da crítica aos mercados completos de ativos do Buiter (argumento de quem está no fim de carreira, ou não entendeu o modelo, como falei aqui), o papel do setor financeiro nos modelos DSGE, pitadas de Keynes e Davidson por todos os lados.

Mas é na parte da "contra-crítica" que a matéria entra no seu melhor. A revista cita três motivos para a difusão destes modelos:

1) o modelo, por mais básico que seja, organiza idéias. É importante ter uma base de partida, um lugar onde as evoluções podem ser testadas. Afinal de contas, Krugman pode citar Keynes, mas economistas atuais citando os modelos DSGE básicos não pode?!?!?!

2) todo mundo (que se interessa) entende o modelo. A difusão da academia para o mercado (bancos centrais, bancos e outros centros de pesquisa) foi fundamental para que o modelo ganhasse popularidade.

3) sendo simples, quanto maior o trabalho desenvolvido, maior o "pulo" em termos de capacidade de explicação do modelo. A revista não entrou em detalhes, mas o modelo DSGE mais básico pode ser escrito em três equações, sendo que uma é um processo estocástico para um choque que move a economia.

No final da matéria, lê-se:
clipped from www.economist.com

It takes a model to beat a model


The benchmark macroeconomic model, though not junk, suffers from some obvious flaws, such as the assumption of complete markets or frictionless finance. Indeed, because these flaws are obvious, economists are well aware of them. Critics like Mr Buiter are not telling them anything new. Economists can and do depart from the benchmark. That, indeed, is how they get published. Thus a growing number of cutting-edge models incorporate one or two financial frictions. And economists like Mr Brunnermeier are trying to fit their small, “blackboard” models of the crisis into a larger macroeconomic frame.
But the benchmark still matters. It formalises economists’ gut instincts about where the best analytical cuts lie. It is the starting point to which the theorist returns after every ingenious excursion. Few economists really believe all its assumptions, but few would rather start anywhere else.

blog it

O título da seção no box é o melhor resumo possível: o modelo é ruim? Todo o modelo é falho, todos sabemos. Qual a alternativa? Hummm... A "devolução do problema" para o colo dos críticos é uma pergunta fundamental, ainda que possa parecer um escape da responsabilidade em escrever modelos melhores. Os modelos keynesianos antigos falharam, clamorosamente, na década de 70, além de serem complicadíssimos de lidar. Os modelos DSGE, a despeito de sua simplicidade nas versões mais básicas*, possui um poder de explicação apreciável (cerca de 70% das flutuações do produto, em alguns casos). Sentados na cadeira do Fed, ou na cadeira do Treasury, qual a alternativa preferível: o modelo que faz "truly boneheaded arguments", mas acerta 70% do que se propõe explicar, ou modelo nenhum?

Por fim, por que houve a "junção das águas", e o fim das discussões "clássicos vs keynesianos" com a adoção dos modelos DSGE? O modelo DSGE ofereceu uma linguagem comum, ao agregar alguns princípios básicos de otimização que todos concordaram; grande flexibilidade, permitindo grandes acréscimos sobre a estrutura básica; suas conclusões são verificáveis, dado que o modelo é estimável; é facilmente aplicável para a análise de políticas mais complexas. Neste último ponto, até mesmo Paul Krugman se rendeu, ao gastar alguns posts (aqui e aqui) para tratar de multiplicadores fiscais. Ainda que ele não goste das hipóteses, os resultados de um dos papers estão bem em linha com o que ele escreve no blog sobre o tema. Ora, se até Paul Krugman gasta tempo lendo e comentando estes modelos, inúteis eles não são, certo?

Não, não, a macroeconomia moderna não morreu, Shikida. Ela apenas (ainda) não é computável de uma maneira adequada. Seja para clássicos, seja para keynesianos.

Abraços!

(*) Se todo o modelo DSGE fosse "simples e básico", eu já teria a minha tese pronta...


P.S.: como vocês podem notar pelo horário de publicação, este não foi um texto escrito nas melhores condições para cuidar da ortografia e revisão. Acredito que muita coisa não tenha ficado clara, mas não podia deixar de escrever sobre o tema. Deixe o seu recado aí, que seguiremos a conversa.

julho 17, 2009

Falando em Coisas Bizarras

Depois do estrago do aeroporto de Miami, mais uma. Esta história eu ainda não entendi: tara por rasgar bolas de plástico para exercícios. Parece alegação para diminuir pena na cadeia. Entretanto, cada louco com a sua mania.

Abraços!

julho 14, 2009

Miami Summer Break

Algumas notas sobre um final de semana de verão em Miami:

1) Em apenas uma volta na quadra, na primeira noite em Miami, foi observado: um caso de prostituição (com direito a ver a negociação, bem disfarçada, até a entrada da garota no carrão do cliente), um caso de beijo gay entre senhores acima de 40 anos (o beijo foi no estilo novela das oito, caprichado), uma mesa de restaurante com mais de quinze rapazes reunidos jantando, todos gays. Estávamos em South Beach. Normal, como pudemos constatar depois.

2) Passeio em Little Havana: velhinhos jogando dominó, "esperando pela morte de Fidel para retornar ao país de origem", de acordo com a guia. Um McDonald's no meio da rua principal do bairro, e uma pintura de parede no prédio vizinho:



3) Ouço com frequência que Miami não faz parte dos Estados Unidos. Ouço, também, que o Rio Grande do Sul não faz parte do Brasil. Ambos os casos, por diferenças na composição demográfica dos Estados. Prefiro dizer que Miami faz parte dos Estados Unidos tanto quanto o Rio Grande do Sul faz parte do Brasil.

4) Praia de South Beach: tudo o que Copacabana e Ipanema gostariam de ser, mas não são pois, como diz o hino, estão "deitadas eternamente em berço esplêndido". Mas, peraí, South Beach também tem um visual legal. Fiquem, então, apenas com a primeira parte da frase.


5) Calor, muito calor em Miami. A diferença entre a sensação térmica e a temperatura registrada chegava a sete graus centígrados!!! Ou seja, se o termômetro dava 30ºC, a sensação térmica girava em torno de 37ºC. E com poucas alterações entre o dia e a noite.

6) Por causa do calor, sou obrigado a declarar: o cara mais foda deste mundo (não, não é o homem mais interessante do mundo) é Horatio Caine! Para trabalhar usando terno preto em todo o santo episódio de CSI Miami, tem que ser muito foda.


7) Por fim, uma nota sobre MIA, o aeroporto internacional de Miami. Eu já tinha feito um registro antes, sobre a confusão de um embarque para o Brasil que fiz por lá. Bom, depois deste final de semana, com confusão nas filas de inspeção e raio-x, com gente gritando e correndo por todos os lados, com os locutores falando melhor em espanhol do que em inglês, só posso concluir que o aeroporto é uma merda. Literalmente. Veja você mesmo.


O que foi? Não acredita no que está vendo? A foto foi tirada na frente do portão D-30, ala de embarque da American Airlines. Tem dúvidas sobre o que estou mostrando? Então segue versão ampliada:


Isto que só conseguimos tirar a foto depois que o conteúdo foi pisado algumas vezes por passageiros distraídos, olhando para o teto. Lamentável. E se você duvida que o conteúdo é o que parece, não perca seu tempo: o cheiro no local não deixava margem para erro. O aeroporto é uma merda.

Abraços!

julho 10, 2009

Camiseta de Quem?

A cara do Obama recebendo a camiseta velha da Seleção dá bem a noção da importância do futebol por aqui. Também vale notar como está magro o presidente brasileiro... ah, desculpe: era o tradutor oficial. Sobre a aparência presidencial, vale a observação do repórter da ABC que cobria o evento na Itália, ao final da matéria.

Brazil Gives Obama Soccer Jersey

Abraços!

julho 09, 2009

O Google é um Bom Companheiro

Ninguém pode negar! Olhem só a pesquisa que alguém de Hortolância fez no site, e qual a primeira opção oferecida como resposta. Eu não entendi o que a pessoa procurava, eu não entendi por que o blog foi a primeira resposta, mas gostei!



Abraços!

julho 07, 2009

Escrevendo Pouco

Tenho escrito pouco no blog, admito. Alguns motivos:

1) Estou me informando sobre novas opções de carreira quando voltar ao Brasil. Mais alguns passos (sindicato + salário mínimo), e uma nova perspectiva se abre. Óbvio que poderiam também pegar leve neste negócio de fiscalização, que ninguém é de ferro.

2) Falta de notícias. Não vale a pena ficar inventando assuntos, quando não existe nada para se conversar.

3) Seu Idalino, meu avô, é muito importante para mim, mas não vai garantir o meu futuro, já que o meu diploma não será de Harvard. Será um diploma de doutorado, onde passei por critérios de seleção tanto por aqui quanto no Brasil (ou seja, não é um programa onde basta ter dinheiro para se matricular e cursar), mas não será de Harvard.

4) Por fim, e de novo relacionado à títulos, o grande motivo para eu estar escrevendo pouco é justamente por não querer me tornar Ministro-Chefe da Casa Civil, ou Ministro das Relações Exteriores. Tenho um doutorado para terminar.

E ainda há quem diga que vale a pena falar sobre o Brasil. Pfui.

Abraços!

julho 05, 2009

Crise: A Culpa é do Subprime?

Eu já tinha comentado, no ano passado, como eu achava estranho o fato de colegas terem comprado casas, ainda que, aparentemente, as suas condições de entrar em uma compra destas era relativamente restritas. Depois, lendo esporadicamente sobre o problema, fui alertado para a existência de políticas de incentivo do governo para estimular a compra da casa própria, reduzindo o papel do mercado de aluguéis para habitação. Como estímulo, o governo estaria induzindo a redução do downpayment (a entrada) na hora da compra. Entretanto, o foco das críticas está toda voltado para os contratos teaser, na sua maioria formado por subprime, onde o banco oferece um financiamento com juros muito baixos no início, subindo a taxa depois de alguns anos.

Um economista do Fed de Chicago, Gadi Balervy, esteve no último semestre por aqui apresentando um paper onde, na introdução (a leitura do artigo é difícil, aviso de amigo), ele destaca:


"My model reveals several new insights. First, it shows that contracts offering low rates for early repayment emerge endogenously when creditors expect some of their borrowers to speculate. These credit arrangements are thus a response to, rather than a cause of, speculation. Precluding lenders from offering these financial products will not only fail to curb speculation, but may end up exposing creditors to greater risk. (...) [T]he model shows that a reduction in the real Federal Funds rate need not generate bubbles if it is temporary. This contradicts the argument cited above that the historically low rates set by the Fed in 2003 was the main culprit for the bubble in housing markets. Regardless of the true culprit, the model suggests that certain policies can be used to eliminate one if it emerges. In particular, raising rates or imposing down payment (or margin) requirements can both be used to prevent bubbles, although the latter policy is only effective if it is applied systematically rather than temporarily as is sometimes advocated. While these policies may curtail speculation, the model suggests they might also discourage beneficial trades, so that curbing speculation may be socially costly."


Ou seja, o autor não apenas livra a cara dos empréstimos subprime, como também a política monetária do Fed, que teria estimulado a compra de casas através de uma redução de juros que durou além do necessário. Ok, uma primeira reação ao paper é que isto não passa de uma construção teórica, sem suporte nos dados, e que, por consequência, certas generalizações e determinações de política não poderiam ser feitas. Entretanto, hoje eu li um comentário no Wall Street Journal que colabora através de evidências empíricas com o modelo discutido no artigo de Balervy: de acordo com Stan Liebowitz, depois de compilar dados individuais de contratos de empréstimo em nível nacional, apesar de apenas 12% dos contratos apresentarem dívidas maiores que o valor das casas, estes contratos correspondem a 47% do total de casas retomadas para cobrir o não-pagamento da hipoteca (foreclosures). Sobre os contratos teaser, apenas 8% dos foreclosures estavam relacionados a aumentos maiores que 4% nas taxas de juros cobradas ao longo do tempo.

É um bom "food for thought" quando os dados começam a bater com uma análise tão abstrata quanto a do artigo de Balervy.

Abraços!

O Lado Bom da Crise

Ou "mais uma fonte de ineficiência do serviço público brasileiro, por causa da estabilidade no emprego": nem dos chatos dá para se livrar em tempos de crise.

Abraços!

julho 03, 2009

Mais Sobre a Vitória do Bom Senso

O NYT de hoje traz uma matéria muito interessante e reveladora sobre a decisão da Suprema Corte a respeito da promoção dos bombeiros de New Haven. Ela trata do caso do Tenente Ben Vargas, o único bombeiro de origem hispânica a participar da ação contra a chefia dos bombeiros, mesmo sem saber que era um dos poucos membros de minorias que foi promovido. Um trecho que mostra como as "minorias organizadas" nos EUA operam (vai soar bem familiar para quem acompanha o noticiário do Brasil):


clipped from www.nytimes.com

But Lieutenant Vargas bore more than his share of the criticism, said Lt. Matthew Marcarelli, who was among the plaintiffs and has known Lieutenant Vargas since they were classmates at the fire academy. “Why the other guys viewed him as a turncoat I really don’t understand. He did it because he’s principled and he thought it was the right thing to do. Benny’s nobody’s token.”

Chief Marquez said his old protégé was “an easy target because he didn’t fall in line.”

“It seems that if you’re not the right type of minority, you get hammered,” he said.

The president of the black firefighters’ group in New Haven did not return calls seeking comment.

Gesturing toward his three young sons, Lieutenant Vargas explained why he had no regrets. “I want them to have a fair shake, to get a job on their merits and not because they’re Hispanic or they fill a quota,” he said. “What a lousy way to live.”

 blog it

De novo, é um sinal de que ainda existe bom senso no mundo.

Abraços!

julho 01, 2009

Gorjeta

Fernando Canzian fala da "estatização" da gorjeta para garçons em restaurantes no Brasil. É uma piada fazer uma lei sobre isto, ainda mais em um mercado que tem tudo (em condições sérias) de ser extremamente competitivo: os garçons aqui nos EUA se esforçam ao máximo para agradar, de forma a garantir o seu troco no final da noite. Qualquer falha no atendimento, e só falta eles beijarem as mãos dos clientes para pedir desculpas. A contrapartida? Os poucos que ficam no mesmo serviço muito tempo (os melhores são contratados por outros restaurantes) são "promovidos" dentro do restaurante para coordenar outros trabalhos.

Mas, como é óbvio, um Congresso que cuida bem do seu dinheiro vai saber como lidar com o dinheiro dos outros...

Abraços!

Soccer???

Nation, no meio das minhas tarefas diárias, encontrei um tempo para deixar dois ou três palpites na área de comentários d'A Torre de Marfim, em post que tratava da visão do americano sobre o futebol (o soccer, não o daqui). Entretanto, apenas o meu guia espiritual americano poderia sintetizar com tamanha precisão o sentimento nacional a respeito do esporte bretão. Colbert, nos ilumine, por favor!

The Colbert ReportMon - Thurs 11:30pm / 10:30c
Is it Time to Care About Soccer?
www.colbertnation.com
Colbert Report Full EpisodesPolitical HumorJeff Goldblum


The Colbert ReportMon - Thurs 11:30pm / 10:30c
Is it Time to Care About Soccer? - Alexi Lalas
www.colbertnation.com
Colbert Report Full EpisodesPolitical HumorJeff Goldblum


Abraços!