maio 13, 2012

Duke: Bons Momentos

Aconteceram, neste domingo, as cerimônias de graduação em Duke. É o final de uma semana bastante movimentada, com diversas atividades relacionadas a despedidas da universidade, de um período especial na vida de quem já passou um tempo em Durham. Procurando informações sobre a cerimônia de entrega de diplomas do Departamento de Economia deste ano (ainda tenho colegas que entraram comigo por lá), encontrei um vídeo de 2010 que é, para mim, particularmente tocante. Se quiserem entender, vão direto para o período a partir de 11:45 minutos de transmissão.

Saudações!

maio 05, 2012

Se o Krugman lesse em Português...

... é bem possível que ele não escrevesse o que escreveu nesta semana. Afinal de contas, ele já teria lido:

1) O post provocador do Drunkeynesian sobre crescimento na América Latina. A seção de comentários também teve um debate muito bom.

2) A continuação do post, ainda pelo Drunkeynesian, sobre a polêmica dos dados argentinos.

3) A primeira nota do Mansueto sobre o crescimento argentino.

4) A segunda nota do Mansueto, com os dados de uma consultoria econômica argentina, sobre o deflator do PIB de lá (parece que tem problemas).

5) O post do Cristiano sobre o índice mais comum para avaliação de valorização cambial: o preço do Big Mac, e como se comporta na Argentina.

6) A análise do Drunkeynesian sobre os dados argentinos da Ecolatina.

Minha contribuição é relembrar um diálogo no MSN com um colega do doutorado.

Saudações!

maio 03, 2012

They're Back: "Headlong Flight"

I learned to fight,

I learned to love,

I learned to feel.

I wish that I could live it all again!

abril 18, 2012

Equilíbrio, Desequilíbrio e Múltiplos Equilíbrios: Noahpinion

Muito boa a seqüência de posts no blog do (recém-)professor Noah Smith, autor do blog Noahpinion. Primeiro, Noah discute idéias sobre "macroeconomia do desequilíbrio", onde sistemas econômicos seriam aproximados por modelos parecidos com os usados em meteorologia. Note que, mesmo fazendo uma crítica severa aos modelos DSGE convencionais, Noah ainda vê como importante o papel dos microfundamentos em modelos econômicos.

No post seguinte, Noah publica um comentário que ele recebeu de Roger Farmer, professor da UCLA e conhecido por seus trabalhos com modelos de múltiplos equilíbrios. Farmer explica um pouco da sua contribuição nestes modelos, onde ele propõe uma "função de crenças" ("belief function") capaz de gerar um descompasso entre as crenças individuais dos agentes e o valor esperado dos estados futuros da economia. Assim, segundo Farmer, torna-se possível conciliar a hipótese de Expectativas Racionais com a existência de múltiplos equilíbrios.

A leitura é uma boa síntese sobre por onde anda a pesquisa na área, e deixa muitas sugestões para quem procura temas para teses e dissertações.

Saudações!

abril 08, 2012

A Figura que Faltou

Para os que assistiram o meu seminário na UFRGS na última quarta-feira (mais uma vez, obrigado ao presentes e aos organizadores), a figura abaixo foi a que faltou na apresentação, por algum motivo foi excluída da versão final:


A figura não deve aparecer na versão final do artigo, mas, como falei, acredito que existe alguma lei dizendo que, se a pessoa apresenta em seminários o filtro de partículas, alguma figura neste formato deve aparecer. A versão acima é a minha versão, e só vou usá-la nos slides mesmo.

Saudações!

UPDATE: pior do que eu esperava - a figura aparecia na versão da apresentação que estava no laptop, mas por algum motivo esta versão não foi copiada para o pen drive. Argh!

março 27, 2012

Krugman e a Metodologia Econômica

Gostei muito de um post publicado hoje pelo Krugman tratando um pouco de metodologia de pesquisa ao falar de um artigo. Dois pontos principais me chamaram a atenção:

1) Primeiro, ao tratar de artigos seminais de autores mais antigos, Krugman vai direto ao ponto a respeito de sua aplicação a casos no presente. No caso, ele trata de Minsky e Keynes, mas existem tantos outros autores usados como "fonte do saber eterno" ao longo do espectro político/econômico que a aplicação do parágrafo é generalizada:
"So, first of all, my basic reaction to discussions about What Minsky Really Meant — and, similarly, to discussions about What Keynes Really Meant — is, I Don’t Care. I mean, intellectual history is a fine endeavor. But for working economists the reason to read old books is for insight, not authority; if something Keynes or Minsky said helps crystallize an idea in your mind — and there’s a lot of that in both mens’ writing — that’s really good, but if where you take the idea is very different from what the great man said somewhere else in his book, so what? This is economics, not Talmudic scholarship."

2) Segundo, ao tratar de complicações propostas no artigo que originou a crítica anterior, Krugman relembra um belo ensaio sobre metodologia publicado em seu website, e o conselho dado a jovens pesquisadores: "Simplify, simplify". No blog:
"I always try to find the simplest representation I can of whatever story I’m trying to tell about the economy. The goal, in particular, is to identify which assumptions are really crucial — and in so doing to catch yourself when you’re making implicit assumptions that can’t stand clear scrutiny."
O conselho é particularmente importante em uma época em que se tornou fácil escrever e resolver modelos cada vez maiores, sejam micro-fundamentados ou não. A facilidade para escrever modelos de médio e grande porte faz com que muitos pesquisadores percam o foco inicial da pesquisa, e muitas vezes encontrem problemas para separar todas as relações de causa-efeito que deveriam ser bem detalhadas ao longo do trabalho.

Na minha área de pesquisa, fico particularmente incomodado com modelos DSGE que incluem muitos detalhes que, em última instância, são irrelevantes ou incompreensíveis dentro do modelo, seja em termos de formulação (os micro-fundamentos), seja em termos de solução/resultados. A estratégia de Krugman, com o uso de modelos bem simples para iniciar o projeto de pesquisa, facilita a compreensão do argumento central do trabalho, enquanto oferece também a capacidade de verificar até onde o argumento é robusto a extensões da formulação básica.

Recomendo a leitura, tanto do post quanto do artigo na página pessoal.

Saudações!

março 11, 2012

II Enbeco - Agradecimentos

Cheguei hoje à tarde de Belo Horizonte, onde na sexta-feira participei do II Encontro Nacional dos Blogueiros de Economia. Queria deixar meus agradecimentos de novo ao Shikida e ao Cristiano pela oportunidade de falar a uma platéia bastante interessada, e a todos os inscritos pela paciência com o autor dos 15 minutos mais longos e tediosos que estes já presenciaram. Meus oito leitores, logicamente, foram à loucura, como eu já havia antecipado caso eu participasse do primeiro encontro, mas o pessoal do IBMEC foi bastante profissional e soube contornar bem a histeria das massas.

Também foi legal conhecer a Roseli Silva, o Felipe Salto, o Thomas Kang, o Fernando Meneguin, e a identidade secreta do Drunkeynesian, além de lembrar que a lista de blogs aí do lado merecia uma boa atualização.

De fato, uma sexta-feira das mais agradáveis, em especial pela melhor das mesas, aquela depois do encontro terminado. Pena que nem todos os participantes do evento puderam prestigiar a melhor das apresentações.

Saudações!

fevereiro 26, 2012

Breve Defesa do IBGE

Título alternativo: não brigue pelos décimos de percentual; brigue pelo percentual.

Muita gente falou, no final do ano passado e no início deste ano (exemplo aqui), da mudança de pesos que o IBGE implementou com a nova Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) baseada nos anos de 2008 e 2009. As análises inclusive citam a conveniência da revisão de pesos exatamente a partir do ano em que a inflação ficou exatamente no limiar da meta, desconsiderando que a revisão é feita a cada cinco anos e que neste ano os pesos derivados da POF ficaram prontos.

Eu, honestamente, não tenho motivo algum para contestar qualquer número produzido pelo IBGE. Sim, existem problemas na divulgação de resultados, mas do número em si, até agora, nada a duvidar. Não que eu seja, exatamente, um especialista em pesquisas de preços, mas acho que o mercado pode, sim, exercer um papel fiscalizador no cálculo dos preços. Existem, no país, diversos sistemas privados que fazem acompanhamentos online dos preços nas principais redes varejistas, permitindo uma boa aproximação do valor final do IPCA no mês. E o mercado possui, sim, incentivos para acompanhar de perto estes preços: basta ver, por exemplo, a composição da dívida pública federal, onde, de acordo com o relatório de dezembro, quase 79% era formada por títulos pré-fixados (que perdem com aumentos inesperados da inflação) e 16.5% era formada por títulos indexados a índices de preços.

Um acompanhamento em tempo real sobre preços publicados online é feito pela empresa PriceStats, dos professores Roberto Rigobon (MIT) e Alberto Cavallo. A revista The Economist, usando os dados desta empresa, justifica o abandono do uso de índices oficiais de inflação para analisar a economia da Argentina neste gráfico. Em nenhum outro país dentre os oito citados na amostra, a diferença entre o índice oficial e o índice de preços da PriceStats é tão grande quanto na Argentina.

Chama a atenção, no mesmo gráfico, a diferença mínima entre as médias anuais de inflação publicadas pelo IBGE e pelo PriceStats. Na verdade, a média de inflação do PriceStats é até menor que os valores oficiais, sendo que o Brasil é o país, na amostra, com o maior número de observações coletadas (41 meses, contra 32 nos Estados Unidos e 40 na Argentina, por exemplo). Para os desconfiados, o acompanhamento de preços em sistemas como este, ou mesmo com índices como os da FGV, podem servir como contra-prova para os valores oficiais dados pelo IBGE.

Acredito que a discussão perdeu um tanto o foco quando o índice de dezembro determinaria se a inflação de 2011 ficaria ou não dentro das bandas determinadas pelo regime de metas. Gerou mais desconfiança ainda quando o valor ficou incrivelmente próximo do necessário para que a inflação ainda permanecesse dentro das bandas, ainda que um outro blogueiro tenha gerado uma projeção exatamente com o valor publicado pelo IBGE! O importante do debate, e que ficou de lado, é que a inflação acumulada em 12 meses nunca esteve abaixo do centro ao longo de 2011. Trazer o IBGE para a disputa por causa de 0.3% ou 0.5% com a nova POF é culpar o mensageiro pelas notícias ruins.

Saudações.

fevereiro 11, 2012

II Enbeco - Agora Ficou Sério

Não só me consideram um blogueiro, mas o Cristiano e o Shikida querem que eu fale a respeito... Tudo bem!


Saudações!

fevereiro 01, 2012

janeiro 22, 2012

Aventuras em OpenCL: Mais que Um Segundo

Ok, aqui vai um post longo, cheio de linguagem técnica, mas acho que estava na hora de escrevê-lo. Quando me perguntam, normalmente, em que estou trabalhando agora, esta é a história que eu conto. Envolve um pouco de economia, um tanto de econometria e muita, muita computação. Para quem trabalha com economia, a parte de computação possivelmente diga muito pouco. Para quem trabalha em ciências computacionais, a parte de economia não diz nada, enquanto que a parte de computação pode ser muito básica, trivial até. Para quem tiver paciência, o texto vem a seguir.

janeiro 14, 2012

II Encontro Nacional dos Blogueiros de Economia

Sério? Ainda me consideram um blogueiro? Tudo bem, ainda falo de economia, mas "blogueiro"? Do jeito que a coisa anda parada por aqui...

Bem, fica o registro, e obrigado ao Cláudio e ao Cristiano pelo convite.



Saudações!

dezembro 31, 2011

Feliz 2012

... e nada mais nos interessa.



Abraços e felicidades aos meus oito leitores.

dezembro 11, 2011

A Culpa do Câmbio, Segundo GNews

Está explicada a origem da crise européia: faltou ajustar os preços pela taxa de câmbio na hora da criação do Euro, segundo a jornalista Elisabeth Carvalho que fez a matéria para o GloboNews Documento sobre a Europa. Depois de um engenheiro dar um palpite (3:57min de programa) que "a medida dos preços seguiu a regra de um por um. O Euro valia o dobro do Marco Alemão, mas os preços são os mesmos, só mudaram o símbolo das moedas", a jornalista seguiu em tom apocalíptico com a explicação (4:23min de programa):

"Uma baguete, um franco. Era este o preço que vigorava antes de primeiro de janeiro de 2002, quando o Euro começou a circular. Mas, no mosaico das moedas européias, o Euro valia dois Marcos na Alemanha e na França valia seis Francos, o que significava que, da noite para o dia, os franceses passaram a pagar seis vezes mais para comprar uma baguete. Na Grécia, seguindo este raciocínio, o preço de um pão se multiplicou em níveis estratosféricos: um Euro valia 341 Drakmas."

Depois de ouvir isto, desliguei a televisão e fui dormir, amaldiçoando os cinco minutos perdidos na minha vida.

Abraços!

dezembro 09, 2011

SBE 2011

Acabo de chegar do encontro da SBE, realizado em Foz do Iguaçu também neste ano. Não fui no encontro de 2009, também realizado por lá, então minhas impressões sobre o local talvez sejam um pouco diferentes daquelas de participantes dos dois eventos. Achei o lugar excelente, boa estrutura, salas bem equipadas para as apresentações. Também os organizadores do evento  (tanto SBE quanto da ANPEC) estão de parabéns pela escolha dos painelistas convidados para sessões especiais: não é sempre, em macro, que temos a chance de ouvir em um mesmo local as contribuições mais recentes de Nobuhiro Kiyotaki, Juan Pablo Nicolini, Alberto Martin e Martin Uribe.

Uribe, em especial, foi um excelente reencontro: além de ver a excelente palestra, tive a chance de conversar com meu ex-professor sobre o meu trabalho, contando inclusive com sua presença na platéia durante a minha apresentação. Na verdade, chamar de "platéia" é um exagero: além de Uribe e o Luis Felipe, que apresentou na mesma sessão, apenas um colega do BC apareceu para prestigiar o trabalho. (Definitivamente, uma sessão com o nome "Métodos Quantitativos" não tinha como ser muito popular, ainda mais realizada na manhã seguinte do coquetel de confraternização do evento.) De toda forma, muito produtivo o encontro.

Algumas diferenças em relação a outros encontros que participei: ando sem paciência para as sessões de conjuntura. Dizem que as deste evento foram especialmente ruins; logo, não me arrependo de não ter assistido. Também pareceu ocorrer uma participação mais acentuada de alunos apresentando trabalhos. Neste aspecto, não sei se fui eu que envelheci (e por isto acabo vendo mais alunos que antes) ou se, de fato, menos professores apareceram neste ano. A impressão de outros veteranos de ANPEC-SBE foi a mesma, ainda que eu acredite na combinação linear dos fatores.

Não consegui informações sobre onde será o encontro do ano que vem, mas, mantido o nível dos painelistas deste ano, é um evento que vale a pena participar, apesar do custo e da ausência este ano dos bardos e amigos punk.

novembro 29, 2011

Contra Depressão

Prezado leitor, quando você estiver em um daqueles dias ruins, onde tudo dá errado, você se esforça e nada funciona... Não se desespere! Respire fundo, fique calmo e lembre-se: existe sempre, SEMPRE, alguém em pior situação que você. Duvida? Então lembre-se da frase que a responsável pelo controle de preços do governo da Venezuela largou ontem:


Pronto! Já consegue ver quem está, com certeza absoluta, em pior situação que você? Dá para se sentir um pouco melhor, não?

Saudações!

P.S.: post original com a notícia espalhado aqui no Brasil pelo Alex.

novembro 25, 2011

Trabalho Encerrado

No ar desde ontem a versão (quase) definitiva do artigo apresentado no LAMES. Apesar de ser um "working paper", acho que existem coisas muito mais interessantes do que ficar revisitando um trabalho que pretendia ser apenas uma nota básica sobre o tema. Fico no aguardo dos comentários da apresentação no encontro da SBE e em outros seminários para motivar alguma alteração adicional. O mais provável é que comentários acabem, mesmo, motivando escrever outro artigo sobre o tema, ao invés de gerar revisões sobre o publicado.

Saudações!

novembro 15, 2011

Lacea-Lames 2011

Participei na semana passada do Encontro Latino-Americano da Sociedade de Econometria (LAMES), realizado em Santiago no Chile. De uma forma geral, o encontro teve nível apenas razoável na parte acadêmica, com muitas sessões patrocinadas por instituições, ao invés de contribuições originais de outros acadêmicos. Qual a diferença entre as sessões patrocinadas e as contribuições? As sessões patrocinadas normalmente servem para a divulgação de um trabalho específico do patrocinador, sem necessariamente apresentar conteúdos acadêmicos. Como um exemplo, uma sessão patrocinada pelo FMI com título até interessante ("Shifting winds, new policy challenges") serviu apenas para apresentar o último volume do "Regional Economic Outlook" da América Latina, com as perspectivas da instiuição para a região. Vale dizer que, em tempos de grande volatilidade, as projeções feitas no final de setembro possuem pouca utilidade atualmente.


Por outro lado, foi bem legal ter a oportunidade de conversar com muita gente nova, com boas contribuições ao evento. Por exemplo, pude trocar idéias com Pablo Guerrón-Quintana sobre a implementação do filtro de partículas em seus trabalhos. Também conheci pessoalmente o Tiago Berriel, um dos novos professores da FGV-RJ, e conversar brevemente sobre o meu trabalho a respeito de métodos de perturbação aplicados a modelos DSGE. De fato, foi um encontro bem mais produtivo em termos de contatos que em termos propriamente acadêmicos.

Abraços!

outubro 25, 2011

Expectativas sobre Delfim

Fui surpreendido duplamente hoje ao ler os jornais do dia. Primeiro, surpreendido que uma análise bastante tosca sobre a formulação das expectativas racionais aparecesse apenas hoje, 15 dias depois do Prêmio Nobel concedido a Sims e Sargent. Acreditava que, ao descrever o trabalho deste, apareceriam bobagens ainda maiores que esta lida hoje. Segundo, fui, de alguma forma, surpreendido pelo autor do comentário: a coluna de Delfim Neto no Valor ("Expectativas racionais, para que te quero") é de chorar, tanto pelos argumentos de fundo "teórico" quanto pela pobreza de truques retóricos que tentam iludir o leitor a respeito do entendimento do autor sobre o tema.

outubro 15, 2011

Zotero

Tempos atrás, falei um pouco sobre o Zotero como uma das formas de organizar bibliografias em formato BibTex para publicação. Resolvi hoje dar uma atualizada nas funcionalidades do programa, e descobri duas atualizações muito interessantes:
  1. Primeiro, o ZotFiles é um plugin para o Zotero que permite vincular arquivos aos registros bibliográficos, com direito a atualização e upload do arquivo para a biblioteca online. Isto permite carregar uma base de pdfs para qualquer lugar, com fácil acesso para consultas.
  2. Para os fãs da mobilidade, BibUp permite a coleta de referências completas de livros, usando o celular como scanner de referências e criando cópias de páginas relevantes através de fotos para anexar aos itens do Zotero.
Ambos programas já devidamente instalados e funcionando normalmente por aqui.

Abraços!