E aí, Shikida? Acho que a Veja não explorou a matéria como devia, né? Afinal, se é para passar na frente assim...
Sem brincadeira agora, este caso de cola na Fuqua (Escola de Business de Duke) está dando um bocado que falar por aqui. Para dar mais detalhes, era o exame de uma cadeira de finanças e era permitido que o exame fosse levado para casa (ou seja, era, na verdade, um trabalho que cada aluno precisava fazer sozinho), e uma parte do exame consistia em montar uma planilha em Excel para que a questão fosse respondida. Foi aí que apareceu a cola: a maior parte dos arquivos de Excel apresentadas pelos alunos tinham no registro do arquivo o nome de apenas um dos alunos.
Pois bem. Agora, o argumento do advogado de defesa dos alunos que foram pegos apareceu com a seguinte pérola: as violações das normas da universidade foram menores e não intencionais, tendo em vista que muitos dos estudantes orientais (a maioria que foi atingida pela cola) não entende a importância do código de honra da universidade, nem dos procedimentos judiciais envolvidos em caso de violação do código.
Que Duke seja chamada de "universidade de brancos", "de ricos", "de estupradores" (como se dizia até pouco tempo atrás), eu entendo. Agora, se o cidadão passou no processo de seleção, então é porque um mínimo de conhecimento de inglês ele possui. Mais do que isto: todo o estudante de pós-graduação, antes de começar as aulas, faz novos exames de inglês, independentemente de resultados de TOEFL e IELTS apresentados, para verificar a consistência do texto acadêmico e da fluência na conversação. Se os resultados destes exames não são bons, o aluno pode passar até dois anos fazendo cadeiras complementares para aperfeiçoar o inglês. Desta forma, se os alunos leram o que consta de todo o exame como sendo o código de honra da universidade, então eles têm perfeita consciência do que se está falando ali.
E que não me venham com argumentos sobre diferenças culturais: em terra que ministros se matam ao reconhecer culpa em casos de corrupção, o entendimento sobre as consequências de fraude em exames é bem claro.
Só uma perguntinha, para encerrar: se a maioria dos alunos fosse latino-americana, o comportamento do advogado seria o mesmo?
Um abraço!
P.S.: para ver como os programas da Microsoft registram o criador do arquivo, abra um arquivo qualquer e clique no menu Arquivo-Propriedades. Deve aparecer o nome do proprietário do programa que criou o arquivo na opção Resumo.
"Hazard - 1. A hazard is something which could be dangerous to you, your health or safety, or your plans of reputation. (...) 2. If you hazard or if you hazard a guess, you make a suggestion about something which is only a guess and which you might be wrong." - Do Dicionário "Collins Cobuild"
maio 28, 2007
maio 27, 2007
Ocupado
O blog está meio parado em função dos estudos para o qualifying. Para quem não entende o sistema americano de ensino, o resumo é o seguinte: depois de um ano de aulas, você tem que fazer um exame geral, com todo o conteúdo do primeiro ano, de forma a determinar se você tem condições de continuar no Ph.D. Em caso de reprovação, não há mais nada a fazer que não seja voltar para casa. Portanto, os próximos dias (semanas) serão de poucos posts.
De toda forma, após os exames na metade de junho, três temas serão dominantes no blog:
Agora, de volta para os livros.
Abraços!
De toda forma, após os exames na metade de junho, três temas serão dominantes no blog:
- Registros e fotos do show do Rush, no dia 20 de junho.
- Boletins diários do Encontro da Sociedade Americana de Econometria, em Duke.
- Registros e fotos das férias que pretendo tirar. Ainda não sei para onde vamos, mas a tendência é fazer um pequeno giro pela costa leste americana (Nova Iorque, com quase toda a certeza; talvez Filadélfia e Washington no caminho de volta para Durham).
Agora, de volta para os livros.
Abraços!
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Vida EUA
maio 19, 2007
Basquete - Último Post
Último post sobre a temporada de basquete: cansei de fazer fiasco com os meus palpites furados. Dos quatro confrontos das semi-finais, acertei apenas um!!!
Mas vamos lá, bola para frente.
Finais de conferência: DETROIT sobre Cleveland (4x2) e SAN ANTONIO sobre Utah (4x2).
Final do campeonato: SAN ANTONIO sobre Detroit (4x2).
Abraços!
Mas vamos lá, bola para frente.
Finais de conferência: DETROIT sobre Cleveland (4x2) e SAN ANTONIO sobre Utah (4x2).
Final do campeonato: SAN ANTONIO sobre Detroit (4x2).
Abraços!
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Esportes
maio 18, 2007
Drive
By R.E.M.
Smack, crack, bushwhacked.
Tie another one to the racks, baby.
Hey kids, rock and roll.
Nobody tells you where to go, baby.
What if I ride ?
What if you walk ?
What if you rock around the clock ?
Tick-tock. Tick-tock.
What if you did?
What if you walk ?
What if you tried to get off, baby?
Hey, kids, where are you?
Nobody tells you what to do, baby.
Hey kids, shake a leg.
Maybe you're crazy in the head, baby.
Maybe you did.
Maybe you walked.
Maybe you rocked around the clock.
Tick-tock. Tick-tock.
Maybe I ride.
Maybe you walk.
Maybe I drive to get off, baby.
Hey kids, shake a leg.
Maybe you're crazy in the head, baby.
Ollie, ollie.
Ollie ollie ollie.
Ollie ollie in come free, baby.
Hey, kids, where are you?
Nobody tells you what to do, baby.
Smack, crack.
Shack-a-lack.
Tie another one to your back, baby.
Hey kids, rock and roll.
Nobody tells you where to go, baby.
Maybe you did.
Maybe you walk.
Maybe you rock around the clock
Tick-tock. Tick-tock.
Maybe I ride.
Maybe you walk.
Maybe I drive to get off, baby.
Hey kids, where are you?
Nobody tells you what to do, baby.
Hey kids, rock and roll.
Nobody tells you where to go, baby.

Smack, crack, bushwhacked.
Tie another one to the racks, baby.
Hey kids, rock and roll.
Nobody tells you where to go, baby.
What if I ride ?
What if you walk ?
What if you rock around the clock ?
Tick-tock. Tick-tock.
What if you did?
What if you walk ?
What if you tried to get off, baby?
Hey, kids, where are you?
Nobody tells you what to do, baby.
Hey kids, shake a leg.
Maybe you're crazy in the head, baby.
Maybe you did.
Maybe you walked.
Maybe you rocked around the clock.
Tick-tock. Tick-tock.
Maybe I ride.
Maybe you walk.
Maybe I drive to get off, baby.
Hey kids, shake a leg.
Maybe you're crazy in the head, baby.
Ollie, ollie.
Ollie ollie ollie.
Ollie ollie in come free, baby.
Hey, kids, where are you?
Nobody tells you what to do, baby.
Smack, crack.
Shack-a-lack.
Tie another one to your back, baby.
Hey kids, rock and roll.
Nobody tells you where to go, baby.
Maybe you did.
Maybe you walk.
Maybe you rock around the clock
Tick-tock. Tick-tock.
Maybe I ride.
Maybe you walk.
Maybe I drive to get off, baby.
Hey kids, where are you?
Nobody tells you what to do, baby.
Hey kids, rock and roll.
Nobody tells you where to go, baby.

Fonte: Wikimedia Commons.
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Música
maio 11, 2007
B.S.
Existe um termo considerado pesado usado por aqui para dizer que algo é uma bobagem sem tamanho, cujas iniciais são B.S. O professor de teoria do crescimento costuma fazer uma brincadeira, dizendo que determinado assunto é "B.S. - for Business Stuff". Bom, de fato, esta notícia aqui é B.S., e não no mau sentido, mas por ser coisa da Escola de Administração, mesmo.
Abraços!
P.S.: notícia descoberta aqui.
Abraços!
P.S.: notícia descoberta aqui.
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Notícias EUA
maio 10, 2007
Ícones Reunidos
Um dos grandes vídeos disponíveis no YouTube: três monstros sagrados da TV.
Abraços!
Abraços!
maio 08, 2007
Gosto Inglês
Concordo com a opinião inglesa, ainda que não seja o número 1 da minha lista: nada bate um Xis Bocão ou um Xis Cavanhas. E caso encerrado.
E segue a minha lista de dez marcas mais odiadas:
E tenho dito!
Abraços!
E segue a minha lista de dez marcas mais odiadas:
- Fanta Uva;
- Quick morango;
- McDonald's (deveria existir apenas pelo sorvete de casquinha);
- Kaiser (cervejinha sem-vergonha);
- Caxias do Sul (subúrbio da "Grande Bento" que se acha cidade grande);
- Qualquer marca de mortadela;
- Qualquer rede de comida natural, ou que dê nome de carne para produtos naturais (exemplo: "hamburguer de soja");
- Qualquer marca de café de país desenvolvido (café devia vir com atestado de pobreza como selo de qualidade);
- Coca-Cola Light (aplica-se a todos os variantes "Light" e "Diet" de outras marcas de refrigerante);
- Nissin Miojo.
E tenho dito!
Abraços!
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Desconexões,
Notícias Brasil
maio 07, 2007
"Moção de Apoio"
Como diz o Reinaldo Azevedo, "cabeça desocupada é moradia do capeta"... Resolvi usar estas primeiras horas de descanso pós-provas (e pré-preparação para o qualifying) para me informar um pouco mais sobre o que se passa no rincão. Pois não é que eu descubro a "ocupação" da reitoria da USP por estudantes, em protesto contra a política neoliberal-privatista-elitista-conservadora-comedora de jiló-fora FMI do governo José Serra.
"Que coisa! O que, de tão grave, fez o Serra para que a reitoria da USP fosse invadida?" pensei eu, inocente, por aqui. Decidi me informar sobre, afinal, qual era a reivindicação. O que os estudantes reclamam:
- Contra um contingenciamento de verbas feita no início do ano pelo governo estadual, consequência do atraso na votação do orçamento para 2007 (problema resolvido);
- Contra a formação de uma "Secretaria Estadual de Ensino Superior", com direito a voto e a presidência no Conselho de Reitores das Universidades de São Paulo (um novo decreto do governo mantém a presidência do Conselho com os reitores, e o ensino universitário sempre esteve a cargo de alguma secretaria estadual, seja a de Educação, Ciência e Tecnologia, ou qualquer outra. Logo, problema resolvido);
- Contra a incorporação dos gastos das universidades estaduais no SIAFEM (Sistema Integrado de Administração Financeira de Estados e Municípios). Hummmm... Por que será que os estudantes não querem isto? Será que o barulho feito pelo seu equivalente federal incomoda tanto? Que gastos que são feitos nas universidade de São Paulo que não podem aparecer no sistema de contas públicas? Se eu fosse paulista, morasse em São Paulo, e não tivesse acesso à universidade "pública, gratuita e de qualidade para todos", eu gostaria de saber para onde está indo o dinheiro pago com ICMS, IPVA, etc, etc, etc... Onde é que isto fere a "autonomia universitária"?
Ainda intrigado, resolvi pesquisar um pouquinho mais, e descobri o link para o "Blog da Ocupação da USP". Ou seja, os "estudantes" se mantém informados do que ocorre lá dentro através de um blog. Ao contrário do Reinaldo Azevedo, acho que o problema maior não está aí, afinal de contas é fácil escrever textos e colocar no ar um blog de qualquer lugar do mundo, e desligar o acesso à internet do prédio da reitoria poderia prejudicar o acesso em outros prédios. O problema maior é a "criação", sabe-se Deus como, de uma rádio transmitindo, em FM, de dentro da reitoria!!! Qualquer pessoa sabe que rádio, no Brasil, é concessão pública. Assim, dado que não saiu nenhuma portaria liberando a frequência 106.7 para os ocupantes da USP, acho que, além de "perturbadores da ordem burguesa", os manifestantes agora se tornaram ilegais.
Mais intrigado ainda, continuei lendo o "Blog da Ocupação" ("cabeça desocupada..."). Além das "moções de apoio" e "chamamento para as plenárias", o blog lista a vasta programação cultural realizada pelos ocupantes, lista todas as visitas de professores aos ocupantes do prédio. Acho que vou voltar para o Brasil para ser estudante da USP: tenho casa, comida, festa, telefone, rádio, internet banda larga e ninguém para me incomodar com provas, listas de exercícios, cobrança com desempenho, relatórios de atividade do semestre... É uma vergonha!
Abraços!
"Que coisa! O que, de tão grave, fez o Serra para que a reitoria da USP fosse invadida?" pensei eu, inocente, por aqui. Decidi me informar sobre, afinal, qual era a reivindicação. O que os estudantes reclamam:
- Contra um contingenciamento de verbas feita no início do ano pelo governo estadual, consequência do atraso na votação do orçamento para 2007 (problema resolvido);
- Contra a formação de uma "Secretaria Estadual de Ensino Superior", com direito a voto e a presidência no Conselho de Reitores das Universidades de São Paulo (um novo decreto do governo mantém a presidência do Conselho com os reitores, e o ensino universitário sempre esteve a cargo de alguma secretaria estadual, seja a de Educação, Ciência e Tecnologia, ou qualquer outra. Logo, problema resolvido);
- Contra a incorporação dos gastos das universidades estaduais no SIAFEM (Sistema Integrado de Administração Financeira de Estados e Municípios). Hummmm... Por que será que os estudantes não querem isto? Será que o barulho feito pelo seu equivalente federal incomoda tanto? Que gastos que são feitos nas universidade de São Paulo que não podem aparecer no sistema de contas públicas? Se eu fosse paulista, morasse em São Paulo, e não tivesse acesso à universidade "pública, gratuita e de qualidade para todos", eu gostaria de saber para onde está indo o dinheiro pago com ICMS, IPVA, etc, etc, etc... Onde é que isto fere a "autonomia universitária"?
Ainda intrigado, resolvi pesquisar um pouquinho mais, e descobri o link para o "Blog da Ocupação da USP". Ou seja, os "estudantes" se mantém informados do que ocorre lá dentro através de um blog. Ao contrário do Reinaldo Azevedo, acho que o problema maior não está aí, afinal de contas é fácil escrever textos e colocar no ar um blog de qualquer lugar do mundo, e desligar o acesso à internet do prédio da reitoria poderia prejudicar o acesso em outros prédios. O problema maior é a "criação", sabe-se Deus como, de uma rádio transmitindo, em FM, de dentro da reitoria!!! Qualquer pessoa sabe que rádio, no Brasil, é concessão pública. Assim, dado que não saiu nenhuma portaria liberando a frequência 106.7 para os ocupantes da USP, acho que, além de "perturbadores da ordem burguesa", os manifestantes agora se tornaram ilegais.
Mais intrigado ainda, continuei lendo o "Blog da Ocupação" ("cabeça desocupada..."). Além das "moções de apoio" e "chamamento para as plenárias", o blog lista a vasta programação cultural realizada pelos ocupantes, lista todas as visitas de professores aos ocupantes do prédio. Acho que vou voltar para o Brasil para ser estudante da USP: tenho casa, comida, festa, telefone, rádio, internet banda larga e ninguém para me incomodar com provas, listas de exercícios, cobrança com desempenho, relatórios de atividade do semestre... É uma vergonha!
Abraços!
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Notícias Brasil
maio 06, 2007
Basquete: Tentando de Novo
Bom, terminada a primeira rodada dos playoffs da NBA, fica marcado o fiasco deste palpiteiro: dos oito times que apontei como vencedores da primeira rodada, apenas cinco seguiram para a segunda fase. O maior erro foi cometido junto com talvez 99% do país, quando o Golden State (oitavo colocado do Oeste) eliminou o Dallas Mavericks, time de melhor campanha de todo o torneio. Por esta, quase ninguém esperava, nem mesmo os profissionais das estatísticas, ainda mais pelo placar razoavelmente dilatado (4 a 2).
A minha segunda decepção foi Toronto: depois de encerrar muito bem a temporada, pegando um New Jersey com um bando de jogadores voltando de lesão, acabou tremendo pela falta de experiência e entregou uma série que parecia razoável. A terceira bomba eu tomei na série Houston X Utah. Esperava que a dupla Yao Ming - Tracy McGrady tomasse conta do Utah que vinha decadente nas últimas duas semanas de campeonato.
Agora, seguem os meus palpites para a segunda rodada. Faço estes palpites já sabendo do resultado de um dos jogos (ontem, Detroit ganhou o primeiro jogo do Chicago). Hoje teremos mais duas partidas. Palpites: no Leste, CHICAGO sobre Detroit (4 a 3), NEW JERSEY sobre Cleveland (4 a 2); no Oeste, PHOENIX sobre San Antonio (4 a 3), UTAH sobre Golden State (4 a 3). Das quatro séries, estou seguro em apenas uma (não acredito que o Anderson Varejão, do Cleveland, possa fazer a marcação sobre Vince Carter, do New Jersey, em condições normais, ainda mais neste ano com o último em ano de renovação de contrato). Todas as outras séries estão sujeitas a grandes erros.
Abraços!
A minha segunda decepção foi Toronto: depois de encerrar muito bem a temporada, pegando um New Jersey com um bando de jogadores voltando de lesão, acabou tremendo pela falta de experiência e entregou uma série que parecia razoável. A terceira bomba eu tomei na série Houston X Utah. Esperava que a dupla Yao Ming - Tracy McGrady tomasse conta do Utah que vinha decadente nas últimas duas semanas de campeonato.
Agora, seguem os meus palpites para a segunda rodada. Faço estes palpites já sabendo do resultado de um dos jogos (ontem, Detroit ganhou o primeiro jogo do Chicago). Hoje teremos mais duas partidas. Palpites: no Leste, CHICAGO sobre Detroit (4 a 3), NEW JERSEY sobre Cleveland (4 a 2); no Oeste, PHOENIX sobre San Antonio (4 a 3), UTAH sobre Golden State (4 a 3). Das quatro séries, estou seguro em apenas uma (não acredito que o Anderson Varejão, do Cleveland, possa fazer a marcação sobre Vince Carter, do New Jersey, em condições normais, ainda mais neste ano com o último em ano de renovação de contrato). Todas as outras séries estão sujeitas a grandes erros.
Abraços!
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Esportes
maio 01, 2007
Sua Esposa Não é Economista como Você?
Então bem-feito!!!! Quem mandou casar com alguém que não te entende? Acabo de ganhar como presente de aniversário de casamento o livro "Inside the Economist's Mind: Conversations with Eminent Economists": uma excelente coleção de entrevistas com grandes economistas, organizada pelo não menos mitológico Paul Samuelson em conjunto com William Barnett. O interessante do livro está justamente na combinação entrevistador/entrevistado: todos são economistas do mais alto gabarito. Exemplos: John B. Taylor entrevistando Milton Friedman, Bennet McCallum entrevistando Robert Lucas Jr, Olivier Blanchard entrevistando Stanley Fischer, além, claro, de William Barnett entrevistando Paul Samuelson.
Duas notas a mais sobre o livro: 1) eu poderia arrotar grandeza agora, dizendo que no Brasil este tipo de livro já existia faz muito tempo (com as publicações de "Conversas com Economistas Brasileiros", volumes 1 e 2). Entretanto, se a memória perturbada não está atrapalhando de novo, acredito que o projeto brasileiro já teve base um outro livro mais antigo, com a mesma idéia. Além disso, algumas das conversas brasileiras ou não possuíram uma parceria tão forte, ou acabaram servindo para fofoquinhas entre colegas de teoria de botequim. 2) parece que não existe previsão ainda para o lançamento da edição brasileira. Logo, "eu tenho, você não tem...", apesar da relação Real/Dólar sinalizar para altos lucros da Amazon.com.
Abraços!
P.S.: Thanks, Kiki!
Duas notas a mais sobre o livro: 1) eu poderia arrotar grandeza agora, dizendo que no Brasil este tipo de livro já existia faz muito tempo (com as publicações de "Conversas com Economistas Brasileiros", volumes 1 e 2). Entretanto, se a memória perturbada não está atrapalhando de novo, acredito que o projeto brasileiro já teve base um outro livro mais antigo, com a mesma idéia. Além disso, algumas das conversas brasileiras ou não possuíram uma parceria tão forte, ou acabaram servindo para fofoquinhas entre colegas de teoria de botequim. 2) parece que não existe previsão ainda para o lançamento da edição brasileira. Logo, "eu tenho, você não tem...", apesar da relação Real/Dólar sinalizar para altos lucros da Amazon.com.
Abraços!
P.S.: Thanks, Kiki!
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Economia
abril 30, 2007
Surtos
Tenho escrito pouco. Boas razões: chegou a época dos exames. Depois de uma semana concentrado nos estudos para as provas finais, uma semana de provas. Como se uma semana fosse o suficiente para recuperar o que se estudou em um semestre, como se o semestre do ensino americano fosse parecido com o semestre brasileiro... Uma semana em que se extrai tudo, o conhecimento que não aparece, aquele que aparece sem sabermos de onde. Uma semana em que descansar é impossível, e relaxar depois do dever cumprido é um luxo de poucos, quase de ninguém. O martírio semestral segue. Semestres americanos não são parecidos com os brasileiros. Seguem os surtos.
Abraços!
Abraços!
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Desconexões
abril 24, 2007
Basquete e Economia
Um aspecto destacado quando se discute por que o futebol não é popular nos Estados Unidos é a baixa contagem dos placares em jogos do esporte bretão. Existe um outro aspecto, técnico, que acredito ser pouco explorado quando se compara a popularidade entre esportes por aqui: os três esportes mais populares dos Estados Unidos, quando jogados em alto nível, caracterizam-se pela clara definição sobre a posse de bola durante a partida. No basquete, o time que está atacando possui 24 segundos para fazer o seu arremesso, e o controle de bola é vital para o andamento da jogada; no futebol americano, a posse de bola é tão bem caracterizada que existe o time de ataque, o time de defesa e os times especiais (que fazem a transição da posse de bola entre ataque e defesa); no baseball, o time que está rebatendo ataca, enquanto que o time que arremessa trata de se defender. No futebol, situações comuns de jogo envolvem, por exemplo, após um erro no andamento da jogada de ataque, o zagueiro dar um chutão na bola para fora do campo, e a posse de bola volta para o time que estava originalmente atacando.
Onde eu quero chegar com isto? Pois bem, o fato dos esportes daqui possuírem uma caracterização muito precisa sobre qual time (e qual jogador) possui o controle da bola gera uma externalidade apreciada pelos ianques: as estatísticas. Por mais que a Globo se esforce, por mais que os plantões de rádio façam os levantamentos, nada se compara à oferta de números a respeito de um esporte como o que qualquer mortal tem disponível por aqui. E aí chegamos ao uso das estatísticas: um jornalista resolveu juntar um grupo de especialistas em econometria, estatística e esportes para que fizessem as suas projeções sobre os playoffs do basquete profissional de acordo com os seus números e índices. O resultado foi este, claramente inspirado, como o próprio texto diz, no fenômeno Freakonomics. Não deixa de ser interessante a comparação de projeções (ainda que a técnica utilizada não seja explicitada), já que os palpiteiros são, por exemplo, um professor de economia da California State University, um professor de estatística de Ohio State, dois criadores de sites com estatísticas sobre basquete, e a mãe de um dos jornalistas. Ou seja, desde a opinião dos profissionais do basquete, da estatística e um palpite completamente amador.
A paixão do americano pelo esporte acho que só pode ser diretamente comparada com a sua paixão pela estatística.
Abraços!
Onde eu quero chegar com isto? Pois bem, o fato dos esportes daqui possuírem uma caracterização muito precisa sobre qual time (e qual jogador) possui o controle da bola gera uma externalidade apreciada pelos ianques: as estatísticas. Por mais que a Globo se esforce, por mais que os plantões de rádio façam os levantamentos, nada se compara à oferta de números a respeito de um esporte como o que qualquer mortal tem disponível por aqui. E aí chegamos ao uso das estatísticas: um jornalista resolveu juntar um grupo de especialistas em econometria, estatística e esportes para que fizessem as suas projeções sobre os playoffs do basquete profissional de acordo com os seus números e índices. O resultado foi este, claramente inspirado, como o próprio texto diz, no fenômeno Freakonomics. Não deixa de ser interessante a comparação de projeções (ainda que a técnica utilizada não seja explicitada), já que os palpiteiros são, por exemplo, um professor de economia da California State University, um professor de estatística de Ohio State, dois criadores de sites com estatísticas sobre basquete, e a mãe de um dos jornalistas. Ou seja, desde a opinião dos profissionais do basquete, da estatística e um palpite completamente amador.
A paixão do americano pelo esporte acho que só pode ser diretamente comparada com a sua paixão pela estatística.
Abraços!
abril 23, 2007
Boletim do Basquete - Breaking News
"Lee-AN-dro BAR-bow-sa" is on fire!!! O "Brazilian Blur" venceu o prêmio de melhor reserva da temporada 2006/07 da NBA. Talvez os jornais no Brasil não dêem o devido destaque, já que o prêmio de melhor reserva do campeonato pode ter para alguns um aspecto menor. Mas vale pensar o seguinte: quantas substituições são feitas em um único jogo de basquete? Vale lembrar que Leandrinho está jogando em um dos favoritos para o título e é sempre o primeiro dos reservas a ir para a quadra.
Uma noção mais exata sobre o que significa o prêmio são as declarações feitas por gente como Kobe Bryant e Phil Jackson a respeito de Leandrinho.
Um orgulho!
Abraços!
Uma noção mais exata sobre o que significa o prêmio são as declarações feitas por gente como Kobe Bryant e Phil Jackson a respeito de Leandrinho.
Um orgulho!
Abraços!
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Esportes
abril 19, 2007
Boletim do Basquete
- Preparação para os play-offs da NBA: meus palpites em letras maiúsculas. No leste, BULLS sobre o Heat (4-2); PISTONS sobre o Magic (4-0); RAPTORS sobre o Nets (4-3); CAVALIERS sobre o Wizards (4-0). No oeste, ROCKETS sobre o Jazz (4-2); SUNS sobre o Lakers (4-1); SPURS sobre o Nuggets (4-3, a melhor série da primeira rodada!); MAVERICKS sobre o Warriors (4-1). Começa neste sábado!
- Já pensando no ano que vem, dois jogadores para serem observados no próximo recrutamento: Greg Oden e Kevin Durant. Achei que fosse papo de jornalista para valorizar a cerimônia do recrutamento, mas depois de ver o campeonato universitário... que coisa!
Oden é pivô, está deixando a universidade após apenas um ano de curso para a NBA, teve no único ano de universidade médias de pontos e rebotes superiores ou equivalentes a jogadores como Patrick Ewing e Hakeen Olajuwon em período equivalente. Detalhe: jogou todo o primeiro ano com o pulso da mão direita enfaixada por uma lesão. Com isto, ele se obrigava a fazer arremessos de lance livre com a mão trocada, além de se preservar alguns movimentos mais bruscos.
Durant já recebeu diversos adjetivos para compará-lo com outros profissionais: Kevin Garnett com arremesso de três pontos, Tracy McGrady com melhor físico, Dirk Nowitzki com melhor controle de bola... É um fora de série. Como diz um colunista daqui, ele joga com aquela cara de "estou acabando com o jogo, destruindo a defesa adversária sozinho, tudo isto em rede nacional de televisão, e eu não estou nem aí: vou continuar fazendo".
- Fantasy Basketball: acabou a temporada junto com a temporada regular. Vocês conhecem Willie Green? Nem eu. E querem saber? Ontem, ele (terceiro reserva da rotação do Philadelphia) fez 37 pontos e 5 cestas de três pontos, me dando o título da liga de Fantasy dos alunos do primeiro ano de economia de Duke! Foi o movimento mais bizarro que qualquer um dos meus colegas já viu: a série final estava empatada, tudo seria decidido no último dia; resolvi apostar na vitória através do número de três pontos marcados, e achei que Green poderia contribuir com uma ou duas cestas para ajudar na soma das cestas. Pois ganhei o campeonato com sobras por causa de um cara que jogou a partida da vida dele! Andrew, meu colega que enfrentei na final, só dizia que não tinha problema algum perder, já que o meu time foi melhor que o dele durante a temporada toda, mas perder deste jeito era que doía!!!
Abraços!
- Já pensando no ano que vem, dois jogadores para serem observados no próximo recrutamento: Greg Oden e Kevin Durant. Achei que fosse papo de jornalista para valorizar a cerimônia do recrutamento, mas depois de ver o campeonato universitário... que coisa!
Oden é pivô, está deixando a universidade após apenas um ano de curso para a NBA, teve no único ano de universidade médias de pontos e rebotes superiores ou equivalentes a jogadores como Patrick Ewing e Hakeen Olajuwon em período equivalente. Detalhe: jogou todo o primeiro ano com o pulso da mão direita enfaixada por uma lesão. Com isto, ele se obrigava a fazer arremessos de lance livre com a mão trocada, além de se preservar alguns movimentos mais bruscos.
Durant já recebeu diversos adjetivos para compará-lo com outros profissionais: Kevin Garnett com arremesso de três pontos, Tracy McGrady com melhor físico, Dirk Nowitzki com melhor controle de bola... É um fora de série. Como diz um colunista daqui, ele joga com aquela cara de "estou acabando com o jogo, destruindo a defesa adversária sozinho, tudo isto em rede nacional de televisão, e eu não estou nem aí: vou continuar fazendo".
- Fantasy Basketball: acabou a temporada junto com a temporada regular. Vocês conhecem Willie Green? Nem eu. E querem saber? Ontem, ele (terceiro reserva da rotação do Philadelphia) fez 37 pontos e 5 cestas de três pontos, me dando o título da liga de Fantasy dos alunos do primeiro ano de economia de Duke! Foi o movimento mais bizarro que qualquer um dos meus colegas já viu: a série final estava empatada, tudo seria decidido no último dia; resolvi apostar na vitória através do número de três pontos marcados, e achei que Green poderia contribuir com uma ou duas cestas para ajudar na soma das cestas. Pois ganhei o campeonato com sobras por causa de um cara que jogou a partida da vida dele! Andrew, meu colega que enfrentei na final, só dizia que não tinha problema algum perder, já que o meu time foi melhor que o dele durante a temporada toda, mas perder deste jeito era que doía!!!
Abraços!
abril 16, 2007
Perguntinha
Para quem acha que crime é uma questão de renda (pessoas pobres "vão" para o crime), uma pergunta: por que em uma universidade localizada em um Estado rico (nono lugar em renda per capita nos US), cuja composição étnica é comparável diretamente com os "brancos" de Duke ou de Harvard, além da qualidade na formação de cadetes, um estudante pega uma arma e mata ao menos 33 de seus colegas? Se a pobreza leva para o crime, por que isto acontece?
Abraços!
Abraços!
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Notícias EUA
Para os Apaixonados por Apostas
Que coisa ridiculamente inútil!!!! É tão ridículo que chega a ser divertido. E tem gente por aqui que está fazendo apostas com isto...
Abraços!
Abraços!
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Fun Stuff
abril 13, 2007
Durham, Um Ano Atrás
A cidade ferveu com o caso dos garotos do time de lacrosse de Duke, acusados de estuprar uma stripper negra, que agora, depois de toda a comoção, chega ao fim de forma surpreendente para quem estava aqui na época: existia a certeza de que eles eram culpados, e que a pobre garota negra estava apenas fazendo o seu trabalho. Síntese da história aqui.
E depois vem ministra brasileira dizendo que o Brasil tem problemas de racismo...
Abraços!
P.S.: não quero aqui afirmar que os rapazes também são santos. Porém é forçar muito a barra trazer um problema racial para encobrir e dar peso a uma investigação que deveria ter sido rápida.
E depois vem ministra brasileira dizendo que o Brasil tem problemas de racismo...
Abraços!
P.S.: não quero aqui afirmar que os rapazes também são santos. Porém é forçar muito a barra trazer um problema racial para encobrir e dar peso a uma investigação que deveria ter sido rápida.
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Notícias EUA
abril 12, 2007
Imbatível
Que beleza esta notícia!!! E estes rankings não aparecem com a mesma naturalidade que outros comparando o crescimento do Brasil com outros da América Latina. Tinha um ex-presidente de Banco Central que escreveu uma nota tempos atrás, na VEJA. fazendo o mesmo tipo de argumento. Ele era taxado de louco, mas o ponto principal ainda vale: parece que falar que tivemos uma hiper-inflação nos anos 90 e atribuir a isto muitos de nossos atuais males econômicos é algo tão grave quanto falar da "peste" (lepra) nos tempos medievais - apenas em voz baixa, tom pesaroso, como se a morte já estivesse decretada, e não repete esta palavra senão atrai...
O detalhe é que, ainda que tenha melhorado muito, com todas as condições externas favoráveis ultimamente, ainda estamos na 24ª posição no painel de países avaliados pelo Bradesco. Falta muito para eliminar de vez as cicatrizes "da peste"...
Abraços!
O detalhe é que, ainda que tenha melhorado muito, com todas as condições externas favoráveis ultimamente, ainda estamos na 24ª posição no painel de países avaliados pelo Bradesco. Falta muito para eliminar de vez as cicatrizes "da peste"...
Abraços!
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abril 08, 2007
With a Little Help From My Friends
Uma música que acho que diz muito do que estou passando por agora. Lógico que a interpretação que tenho na cabeça é a de Joe Cocker (uma versão menos "trash" aqui), ao invés da original por Ringo Starr nos Beatles. Oh, a propósito, a única correção na letra que eu faria: I DO have someone to love now...
With a Little Help From My Friends
Por Ringo Starr
What would you think if I sang out of tune,
Would you stand up and walk out on me ?
Lend me your ears and I'll sing you a song
And I'll try not to sing out of key.
Oh, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends
What do I do when my love is away
(Does it worry you to be alone ?)
How do I feel by the end of the day,
(Are you sad because you're on your own ?)
No, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends
Do you need anybody
I need somebody to love
Could it be anybody
I want somebody to love.
Would you believe in a love at first sight
Yes, I'm certain that it happens all the time
What do you see when you turn out the light
I can't tell you but I know it's mine,
Oh, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends
Do you need anybody
I just need someone to love
Could it be anybody
I want somebody to love.
Oh, I get by with a little help from my friends
with a little help from my friends.
Obrigado aos amigos, tanto dos EUA quanto os do Brasil.
Abraços!
With a Little Help From My Friends
Por Ringo Starr
What would you think if I sang out of tune,
Would you stand up and walk out on me ?
Lend me your ears and I'll sing you a song
And I'll try not to sing out of key.
Oh, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends
What do I do when my love is away
(Does it worry you to be alone ?)
How do I feel by the end of the day,
(Are you sad because you're on your own ?)
No, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends
Do you need anybody
I need somebody to love
Could it be anybody
I want somebody to love.
Would you believe in a love at first sight
Yes, I'm certain that it happens all the time
What do you see when you turn out the light
I can't tell you but I know it's mine,
Oh, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends
Do you need anybody
I just need someone to love
Could it be anybody
I want somebody to love.
Oh, I get by with a little help from my friends
with a little help from my friends.
Obrigado aos amigos, tanto dos EUA quanto os do Brasil.
Abraços!
abril 06, 2007
Aprendendo...
... a conhecer (e reconhecer) meus limites.
... a fazer amizades como conseqüência das horas trancados em sala de estudos lendo.
... a curtir mais um lugar que me recebeu para fazer o que gosto, estudando o que mais aprecio.
... a fazer sacrifícios para que o objetivo maior seja alcançado.
... que a mente, muitas vezes, precisa de mais descanso que o corpo.
... que o exercício físico é um excelente descanso para a cabeça.
... que fazer o máximo, o tempo todo, recompensa.
Estou feliz. Minha melhor fase nos EUA.
Abraços!
... a fazer amizades como conseqüência das horas trancados em sala de estudos lendo.
... a curtir mais um lugar que me recebeu para fazer o que gosto, estudando o que mais aprecio.
... a fazer sacrifícios para que o objetivo maior seja alcançado.
... que a mente, muitas vezes, precisa de mais descanso que o corpo.
... que o exercício físico é um excelente descanso para a cabeça.
... que fazer o máximo, o tempo todo, recompensa.
Estou feliz. Minha melhor fase nos EUA.
Abraços!
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