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janeiro 04, 2009

NY Highlight: Missão Cumprida

Escrevi, da primeira vez que fomos à NY, que voltaria um dia para experimentar a sopa que Seinfeld fez famosa para o resto do mundo no episódio "The Soup Man". Infelizmente, no meio do verão, as lojas da franquia estavam fechadas. Entretanto, no meio do inverno, nada como uma sopa para aquecer, e a loja da quinta avenida estava aberta!!!



Também por sorte, já que o cardápio muda todo o dia, duas das sopas citadas no episódio estavam disponíveis: a "lobster bisque", um caldo com pedaços de lagosta (a preferida de Seinfeld) e a "Jambalaya", caldo apimentado, o favorito de Newman. Na foto abaixo, estou tomando o "bisque". De fato, a sopa do cara é excepcional!!!



Para os fanáticos da série: não, não existe a chance de você sair do local sem a sopa, como na época de Al Yeganeh. De fato, ele se irritava quando a fila não andava, e o prêmio para quem cumpria o ritual de não fazer a fila parar era dar o pão e as frutas que acompanhavam a sopa de graça. Hoje em dia, como ele só dá o nome à franquia (ainda que exija o cumprimento do padrão de qualidade), até é possível ganhar uma prova de cada uma das sopas do dia antes de fazer o pedido.

Além disso, como algumas matérias de jornal penduradas em quadros na loja mostram, Al Yeganeh não gosta da associação de seu nome com a série (ele só se refere a Seinfeld como "Jerry, o palhaço"). Ele já era reconhecido em NY pela qualidade das sopas, e parece que não gostou muito de ser visto como alguém que se tornou famoso apenas por causa da série. De fato, nisto ele tem razão: não fosse a série, ele não apareceria; mas não fosse pela qualidade da sopa, ele não apareceria na série!!!

De toda forma, foi uma ótima opção de lanche para os dias em NY.

Abraço!

setembro 21, 2008

Mais Notas de Fim de Domingo

1) Sem futebol americano universitário neste final de semana: Duke teve a primeira folga da temporada, depois de três rodadas. Por outro lado, na NFL, Buffalo permanece invicto depois da vitória (apertadíssima) sobre Oakland.

2) Eu ainda não me convenci como sendo algo normal, mas meus amigos daqui dizem que é. Fomos a duas festas nos últimos dois finais de semana: inauguração das casas que dois colegas compraram, depois de dar aulas em cursos de verão na universidade. Tudo bem, o salário pelos três meses de curso de verão é bem mais alto que a bolsa de estudante de PhD. Agora, é suficiente para que se dê um financiamento para que um grad student compre uma casa?!?!?! Eu ainda vejo isto como um dos sintomas que resultaram na crise atual: quando grad students conseguem financiamentos para compra de casa, sendo um deles estrangeiro, algo está errado.

3) Ainda a propósito da crise, análises nacionais de alta qualidade aqui e aqui. Não tive tempo para elaborar algo muito diferente do que já foi dito, mas talvez o ponto de vista mais original esteja no artigo de sábado (20/09) do Gustavo Franco na Folha. De fato, é notável que as instituições efetivamente reguladas pelo Fed (bancos comerciais, que captam dinheiro junto ao público) ainda não tenham chegado a decretar falência.

4) Se alguém quiser me dar de presente este livro, agradeço. Não vou ler imediatamente, mas será um belo presente.

5) Impressionante como a qualidade das piadas por e-mail e das correntes tem caído. Não bastasse a péssima qualidade das mensagens em si, a maioria delas está sendo seguida de comentários do tipo "Esta aqui é a melhor", "KKKKKKKKK", "Imperdível", "Foi a melhor que eu recebi". Que fique claro: quem vai avaliar o quão boa é a piada sou eu!!!! Portanto, me poupem dos comentários nas suas correntes. A propósito, vocês já deveriam evitar passar correntes para mim, certo?

6) "The Colbert Report" ganhou um Emmy pelo "Writing for a Variety, Music or Comedy Program". O programa é ótimo, já falei nisto, mas a premiação é meio desgraçada: acho que todos os programas do gênero levaram alguma coisa neste ano.

7) Um dos marcos do esporte americano teve sua última noite hoje: foi jogada a última partida no Yankee Stadium, depois de 85 anos da sua construção, com vitória do time da casa sobre o Baltimore Orioles. O "velho" Yankee Stadium será substituído pelo novo estádio, do outro lado da quadra, ainda no Bronx. O "novo" Yankee Stadium é um monstro de US$ 1,3 bilhões de dólares. Mas as cenas de pessoas de todas as idades chorando quando o jogo encerrou não tem preço algum.

Abraços!

julho 08, 2007

Blackout

Sim, fomos atingidos pelo apagão que se abateu sobre Manhattan naquela semana. O apagão pegou o nordeste da ilha, atingindo toda a rede de metrô e a superfície a partir da 77. Eu e Chris tínhamos saído do Guggenheim Museum (que fica na 89) e pensávamos em pegar o metrô para ir até o Empire State Building (na 33, cerca de assistir a chegada da noite do mirante. Quando a Chris começou a descer as escadas do metrô, começou a subir uma galera lá de dentro, os comerciantes fechavam as portas e colocavam os funcionários para fora, de maneira a impedir que novos clientes entrassem nas lojas, os sinais todos apagaram... um inferno!

Pior do que o inferno, só a consequência dele: tivemos que sair a pé (andamos pouco mais de cinco quilômetros até chegar ao Empire State), sem chance de pegar um taxi (já que estavam todos ocupados com o pessoal fugindo da região do apagão), sem metrô e debaixo de um calor que beirava os 40 graus. Mesmo depois de sair da região do apagão, não adiantava voltar para o metrô, já que toda a rede tinha caído.

Na foto abaixo, um cozinheiro de uma lanchonete coordenando o trânsito em uma das esquinas atingidas. Notem no detalhe o sinal de trânsito completamente desligado e o caos ao redor do pobre homem.


Abraços!

julho 05, 2007

Civilização

Outro dia, foi uma nota no Painel, da Folha de São Paulo, falando que o ministro Patrus Ananias teria passado na frente da fila em uma churrascaria em Brasília. Terça, saiu uma notícia dizendo que o ex-ministro Palocci foi pego no flagrante, "furando" a fila em um aeroporto com uma "carteirada" (expressão da reportagem). Agora, uma nota no Blog do Ancelmo Gois dá conta que uma atriz global foi vista discretamente chegando junto do banheiro feminino, em um evento no Rio, e, só para variar, passou na frente de todas as que aguardavam pela sua vez.

Algum dos citados, por um acaso, no maternal ou nos primeiros anos da educação básica, se sentia constrangido ao andar em fila com os demais coleguinhas? Ou será que a educação "moderna" não prevê mais isto?

O exemplo parece fútil, mas é apenas um sinal de que o país perde, a cada dia, um pouco de seus referenciais mais primitivos de civilização, assistindo como comportamento normal a máxima do "você sabe com quem está falando?" Triste.

Abraços!

julho 03, 2007

Ainda o iPhone

Ainda sobre o iPhone, li hoje em O Globo On Line matéria dando conta dos problemas de operação que a AT&T está tendo para atender a demanda inicial pela rede do aparelho. De toda a matéria divulgada, o interessante é o número: 2% de todos os telefones vendidos tiveram algum tipo de problema. Considerando que o volume de vendas foi muito maior do que o esperado, acho este percentual de problemas muito baixo.

Mas o que chamou a atenção mesmo da primeira matéria foram os comentários dos leitores, a maioria reclamando da demora para a chegada do aparelho no Brasil, alguns desdenhando, dizendo que, "daqui a 2 ou 3 meses vai exisitir (sic) toneladas de clones chineses, mais baratos, e sem problemas de contrato com a AT&T", e, por fim, outros afirmando que o aparelho é mero lixo tecnológico. Vou tentar responder algumas das questões, com base no que eu vi, usei e, principalmente, li na imprensa daqui.


Primeiro, sobre a demora para chegar ao Brasil, lamento informar, mas é fato: se, para a Europa, a previsão de chegada do aparelho é no final de 2007 (2008 para a Ásia), acho que a América Lat(r)ina vai ter que se contentar com o aparelho apenas por volta de 2009, a depender da evolução das telecomunicações por aí.

Este atraso tem as suas vantagens: fatalmente, o aparelho que chegar no Brasil vai ser mais avançado que o lançado aqui. E o melhor exemplo disto foi justamente o iPod: quando comprei no free-shop o meu, o vendedor mal sabia para que servia o player de música digital. Pouco tempo depois (acho que seis meses depois), a Chris, voltando da Europa, já tinha disponível o iPod nano, muito mais avançado e com capacidade de armazenamento maior que o meu. Ou seja, uma vez lançadas as versões mais novas, o produto comprado no Brasil vai ter uma qualidade muito maior do que a atualmente disponível aqui.

De toda forma, acredito que a maior restrição para o uso do aparelho no Brasil é a própria infraestrutura de internet disponível: um dos maiores baratos do aparelho é a conexão com a internet totalmente wi-fi. Ou seja, entrando em um café daqui, dá para, enquanto se come um bolo, acompanhar o noticiário de qualquer canto do mundo através do celular. Ou então, chegando na universidade, descarregar as apresentações que serão feitas em sala de aula diretamente para o aparelho, e usar os visualizadores de pdf's para acompanhar a apresentação do professor. Como fazer isto, no Brasil, onde as operadoras de internet banda larga ainda entregam aqueles modems para conexão com fios no PC (aqui, antes, pergunta-se em que tipo de computador será usada a conexão: se for laptop, modem wi-fi sem custo adicional), e são ainda poucos os estabelecimentos comerciais que investem em uma infraestrutura destas para manter os clientes no estabelecimento (não vou nem falar de universidades e/ou serviço público em geral).

Sobre a possibilidade de clonagem, de fato, existe um esforço de hackers para tentar driblar a principal restrição sobre o uso do iPhone nos Estados Unidos: como fazer para usá-lo com outras companhias de telefonia que não a AT&T. Agora, fora isto, acho difícil uma clonagem mais avançada, tendo em vista tanto questões de software como de hardware. Na parte de software, vale lembrar que os Mac's são os micros menos clonados do mundo, tendo em vista que eles só funcionam com o software da Apple, ao contrário dos PC's-Windows. No hardware, seria necessário clonar os sensores de orientação, luz e proximidade, que fazem os principais recursos do iPhone funcionarem, como a possibilidade de visualização da imagem na horizontal apenas com um giro do telefone na mão.

Sobre ser lixo tecnológico, o review mais completo que eu já vi sobre o aparelho conclui dizendo que a Apple, com este lançamento, elevou o nível não apenas do que se conhece como telefone celular, mas também para todos os tipos de aparelhos multimídia portáteis, a despeito dos problemas com a operação de e-mail e internet encontrados. De fato, ainda que ele tenha muito a evoluir, de acordo com o review, o iPhone é uma peça de tecnologia absolutamente fantástica, de acordo com este humilde escriba.

Abraços!

P.S.: tá bem, tá bem, eu desisto. Não vai ter como dar certo, mesmo.

julho 02, 2007

Seinfeld - O Toque de Midas

Para quem acompanhou o seriado, deve lembrar do episódio do "Nazista da Sopa", em que um cozinheiro preparava as sopas mais gostosas de NY, mas só vendia se o cliente seguisse um certo ritual no pedido da sopa, comprometendo-se com um comportamento humilde ao pedir o prato. Caso o cliente não seguisse o procedimento padrão, vinha a frase que se tornou um dos slogans do programa:

"- No soup for you!!!"

Ao ser avisado sobre o endereço original por um dos guias da cidade, resolvemos no sábado parar na frente e, com sorte, tomar uma sopa, ainda que debaixo de um calor de quase 40 graus que fazia em NY nestes dias. Decepção: o lugar estava fechado, e já faz algum tempo que está assim!


Não satisfeitos, resolvemos no dia seguinte conhecer o novo local de trabalho de Al Yeganeh - o Homem da Sopa Original! E aí ficou evidente o toque de midas de quem, indiretamente, se envolveu com o seriado Seinfeld: o novo endereço fica em uma das principais esquinas da quinta avenida (quase em frente à Biblioteca Pública da Cidade de NY), em um prédio com fachada de mármore, inclusive se dando ao luxo de não abrir para os clientes nos domingos - exatamente quando a cidade está cheia de turistas!


De fato, o seriado rendeu mais frutos para os personagens temporários do que para os próprios protagonistas: vale lembrar que Michael Richards (Kramer) foi acusado de racismo durante uma performance de "stand up comedy", Julia Louise-Dreyfus (Elaine) apenas recentemente conseguiu se desligar do show com sucesso no novo seriado, Jason Alexander (George) apenas fez pequenas aparições em público, enquanto Jerry Seinfeld continua percorrendo o país com um aclamado show, mas bem distante da televisão. Vida bem diferente da que hoje pode manter o cozinheiro "das melhores sopas do mundo".

Abraços!

Ainda Basquete em NY

Duas notas bem rápidas:

  1. Se eu tivesse mais tempo disponível na cidade, com certeza eu gastaria meia hora (mais do que isto eu não aguentaria) tentando jogar bola no Central Park. Pareceu ser bem divertido.
  2. Por coincidência, estivemos em NY na mesma semana do draft da NBA. Estávamos passeando na 8th Avenue, em paralelo com a Broadway, na altura de Times Square, quando passou pela gente simplesmente Greg Oden - o primeiro jogador recrutado neste ano! Quando passamos por ele, e eu entrei em estado de choque, Christiane olha para mim e pergunta "aquele ali não é um dos jogadores de basquete que tu ficava acompanhando, Angelo?" Não preciso de prova nenhuma mais de que, de fato, estive diante de um dos maiores prospectos da NBA: quando a própria esposa olha para o cara e, de alguma forma, o reconhece, então era o cara, mesmo!

Abraços!

"Fasolo Jordan" Batendo o Relógio

Tendo em vista a grande repercussão do video anterior, e a pressão constante que nós, grandes jogadores, sofremos diariamente em busca da melhor performance, trago aos meus prezados leitores mais um momento mágico captado neste final de semana. Reparem no pequeno passo para trás no último arremesso, configurando a jogada de três pontos, seguido da trajetória perfeita da bola e a explosão das arquibancadas. Algo realmente para a história.



Agradeço à minha cinegrafista, que soube captar com tamanha sutileza este momento único.

Abraços!

R.I.P. Punk

Visita feita na sexta-feira, a partir de passeio sugerido em um guia da cidade de NY que compramos por aqui: aqui jaz CBGB.


Na foto abaixo, as mensagens pixadas pelos fãs do bar, que se mudou para Las Vegas. Entre as mensagens, muitas referências aos Ramones ("Do You Wanna Dance"), algumas lembranças evidentes ("I was here", "Bowery will never be the same"), e frases furiosas contra o capitalismo (ah, anarquistas...) e o dono do local, que se negou a renovar o aluguel do prédio.


O passeio sugerido no guia é bem legal, passando por alguns pontos históricos do movimento punk de NY, e do próprio rock'n'roll. Além de algumas casas de tatuagens onde gente famosa teve o corpo devidamente desenhado, paramos para tirar foto nas escadas dos sobrados que serviram de imagem para o disco "Physical Graffiti" do Led Zeppelin.

Por fim, o lado mais deprimente, que só confirma a morte do movimento punk: na mesma quadra dos sobrados, só que do outro lado da rua, uma lojinha pequena vendia camisetas, videos, copos, canecos e outras bugigangas com o nome do CBGB. Preço de uma camiseta (preta, escrito CBGB - OMFUG): 20 dólares! Duvida? Então olha só aqui o website da loja!!!

Abraços!

julho 01, 2007

"Jordan, For Three..."

Em algum ponto de NY.

Abraços!

Meninos, Eu Vi

Vi, mexi, olhei, fucei... E posso dizer com toda a certeza: esqueçam tudo o que vocês sabem sobre telefone celular, palmtop e acesso à internet por dispositivos móveis. Estivemos hoje na loja da Apple na quinta avenida para conhecer a febre do momento: o iPhone.

O aparelho tem a espessura de meio polegar feminino (testado nos dedos da Chris), e não é maior que uma boa câmera digital. Entre os recursos, o acesso à internet completamente sem fios, combinado com a resolução de vídeo do aparelho, me deixou de queixo caído. Consegui, por exemplo, carregar via Google Earth, imagens de Bento Gonçalves - RS (Bento, sacramento, para os íntimos), podendo transformar a imagem para o formato de mapas das ruas da cidade - via Google Maps. A resolução de video, incrível, possibilitou que eu carregasse um video do YouTube e assitisse quase como se fosse uma imagem de cinema - e era um video com uma gravação feita de um show do Rush, possivelmente com uma câmera do mesmo nível da minha.

Ainda auxiliado pelos recursos de video, o gerenciamento das músicas é muito eficiente, já que dá para escolher os discos que serão tocados a partir da capa do cd. Além disso, recurso que não existe nos i-Pods atuais, é possível fazer seleções automáticas ("shuffle") de músicas de um mesmo artista.

O iPhone tem uma câmera fotográfica embutida. Não sei qual a resolução, mas a foto que tirei da Chris no local ficou muito nítida no aparelho. As fotos são gerenciadas da mesma forma que as músicas, podendo ser feitas separações por álbuns, temas, etc.

Na parte de aplicativos, o iPhone possui um recurso tipo "bloco de notas", que possibilita anotações rápidas e pequenos textos. O teclado, acionado na ponta dos dedos, ao invés das canetas que os palmtops usam, não é desconfortável. Outros recursos: previsão do tempo, calendário, alarme, relógio... Além disso, não se deve desconsiderar o esforço que os desenvolvedores de software estão fazendo para criar novos recursos desenhados para o iPhone.

Por fim, testamos o navegador internet com sites brasileiros. Carregamos o site do UOL, lemos algumas notícias na Folha OnLine, e tudo fazendo uso do recurso de ampliação das imagens da tela com as pontas dos dedos. Absolutamente incrível! Se você achava que conhecia palmtops, celulares, blueberries e afins, prepare-se para rever todos os seus conceitos.

Abraços!

"Se Gritar 'Imigração', Não Fica Um, Meu Irmão..."

Um pouco de Ciudad del Este em pleno centro de Manhattan.


Abraços!

junho 30, 2007

Explicando

Detalhando melhor o post anterior, estivemos visitando o portal de entrada dos imigrantes nos Estados Unidos durante o século XIX. Ellis Island fica bem próxima de onde está a Estátua da Liberdade e servia como um "centro de triagem" dos imigrantes que vinham da Europa. Hoje, o forte se transformou no Museu da Imigração, onde, entre outras curiosidades, é possível consultar o cadastro de todos os imigrantes legais que entraram no país.


Daí a minha surpresa, ao digitar os nomes "Angelo Marsiglia" e "Angelo Fasolo" e encontrar algumas pessoas com este nome que entraram no país, especialmente no início do século XX.



Também foi legal acessar um espaço para fotos de famílias que se estabeleceram por aqui. Tentei alguns sobrenomes conhecidos meus (além de "Marsiglia" e "Fasolo", tentei "Franzoni", "Menin", "Ravanello", "Shikida", entre outros), mas a única foto foi do Fasolo abaixo. Pena não ter o nome completo do "primo" exibido.


Abraços!

junho 26, 2007

Última Semana de Férias: NY

Destaques da última semana de férias:

  1. Angelo Fasolo já esteve em NY. E não sou eu...

  2. Angelo Marsiglia já esteve em NY. E não sou eu...

  3. Fasolo já tirou foto em NY com a esposa, e não é a foto que está abaixo...

Detalhes, só quando tiver tempo para escrever. Vamos sair para jantar agora.



Abraços!