"Hazard - 1. A hazard is something which could be dangerous to you, your health or safety, or your plans of reputation. (...) 2. If you hazard or if you hazard a guess, you make a suggestion about something which is only a guess and which you might be wrong." - Do Dicionário "Collins Cobuild"
fevereiro 25, 2008
Eu Falei com Ele...
Soube da notícia através do blog de outro grande professor.
Abraços!
Dores da Pesquisa
Por que estou escrevendo sobre isto? Bom, é que eu tenho gasto o pouco tempo disponível para pesquisa tentando coletar artigos para o projeto de tese. Algumas idéias foram se consolidando na cabeça ao longo destes dois anos, muitas foram excluídas. Entre as que sobraram, uma renderia um tremendo artigo, base fundamental do que eu pretendia que fosse a minha tese. O que aconteceu? O Google me trouxe um artigo exatamente com os mesmos fundamentos que queria aplicar, com praticamente os mesmos métodos e avaliando os mesmos problemas.
Duas palavras sobre isto: que dor!
Abraços!
fevereiro 21, 2008
Nova Pesquisa
Abraços!
fevereiro 20, 2008
Fidel
Para mim, o lugar de ambos é a lata de lixo da história.
Abraços!
P.S.: a respeito do segundo texto, notaram como a associação Fidel-ditadura só aparece para falar do regime que ele derrubou? Um cara que fica no governo durante 49 anos é considerado o quê?
fevereiro 16, 2008
Cadê o Papa?!?!?!?!
Pois, durante a exibição de Berlin, resolvi coletar algumas resenhas sobre o filme e verificar qual foi o entendimento que os críticos tiveram sobre o filme. Na medida do possível, tentei separar o que era juízo de valor sobre o filme, e fiquei concentrado apenas no entendimento que os críticos tiveram da história em si. A melhor pérola foi encontrada na crítica do site "Hollywood Reporter".
Ainda que tenha achado o filme divertido para quem procura um pouco de ação, o crítico deixou de entender partes importantes da história. Exemplo disto é o trecho sobre os novatos na polícia, Matias e Neto, afirmando que "por algum motivo, seu trabalho envolve empregos secundários, de tal forma que Neto trabalha na 'auto shop' da polícia, enquanto Matias estuda Direito". Ou seja, o crítico não entendeu que a oficina é parte da corporação policial (lógico, em países desenvolvidos, a polícia paga alguém para fazer a manutenção das viaturas, ao invés da própria polícia fazer os serviços), e que fazer faculdade é uma forma de, no futuro, procurar um emprego que tenha remuneração melhor que a oferecida pela polícia.
Além disso, o crítico se surpreende, pois mesmo depois de muitos flashbacks, ainda que a trama esteja toda em torno do evento, "nada do Papa aparecer ao final do filme". Possivelmente, como disse a Chris, ele devia estar esperando uma imagem do Papa desembarcando no Rio de Janeiro e trazendo a paz para toda a humanidade. Tenha dó!!!
Foi a crítica mais divertida que li sobre o filme. E o mais interessante é que foi reproduzida em diversos sites. Espero ansioso pela recepção do filme por aqui.
Um abraço!
fevereiro 09, 2008
#2 Duke, e Subindo
Para resumir como funciona o esquema, um time de basquete normalmente se organiza, ofensivamente, com um armador, dois alas e dois pivôs. O Phoenix Suns, sob a batuta do grande Steve Nash, geralmente abre mão de um dos pivôs em favor de mais um ala, de forma a ganhar muita velocidade na transição. O tipo de jogo com o uso de um ala a mais recebeu o apelido por aqui de "small-ball", em referência à média reduzida de altura dos times sem um dos pivôs. Em termos estatísticos, o Suns é o time da NBA que menos gasta tempo de posse de bola para fazer um arremesso.
Pois Coach K, tendo em vista o recrutamento do último ano, combinado com a lesão de um dos poucos pivôs do time, resolveu trazer o sistema para a universidade. Muitos questionaram a medida, afirmando que Duke teria problemas para enfrentar times fisicamente mais fortes e mais altos, como, por exemplo, o rival local, a UNC. De fato, a única derrota até agora de Duke foi no início da temporada, para Pittsburgh, que possui um time fisicamente forte.
Pois não é que o time foi tomando gosto pelo esquema, e, desde a derrota para Pitts, Duke se manteve invicto, inclusive passando a ex-número 1 (no início da temporada) UNC, assumindo assim o segundo posto do país? Mais do que isto: no primeiro clássico local, disputado nesta quarta-feira em Chappel Hill, Duke ganhou por onze pontos de vantagem da UNC, em um jogo que o país parou para assistir (sim, Duke vs UNC é considerado, por muitos, como a maior rivalidade no país em termos de basquete universitário).
Destaques do time? É interessante dizer isto, mas não dá para apontar "o" destaque de Duke. O "small-ball" resulta em uma pontuação muito espalhada entre os jogadores. No jogo contra a UNC (Duke 89 a 78), por exemplo, seis jogadores fizeram mais do que dez pontos, e nenhum dos jogadores de Duke fez mais do que vinte pontos. Na comparação, a UNC teve quatro jogadores com mais de dez pontos e o cestinha da partida (Tyler Hansbrough, muito bom jogador) com 28 pontos.
Para que vocês possam acompanhar Duke no torneio universitário, está instalado, na barra lateral do blog, bem embaixo, dois pequenos aplicativos: um deles oferece o ranking dos times de basquete universitário, atualizado semanalmente; o outro dá as últimas notícias de Duke, com os resultados dos jogos e análises pelo site da ESPN.
Ainda tenho que ir a algum jogo da universidade neste ano. Mas que está muito divertido ver a correria dos jogadores de Coach K em quadra, ah, isto está, com certeza!
fevereiro 04, 2008
Mercado de Trabalho: Socorro!
Fiquei hoje parte do domingo coletando as séries para o trabalho. Em síntese, o paper começa com a estimação de um VAR com 9 variáveis em um período de 30 anos de dados. Tudo bem, imaginei que estimar um modelo destes com ao menos 99 parâmetros (9 X 9 = 81 dos coeficientes autorregressivos, assumindo apenas um lag, com mais 9 referentes às constantes e mais 9 referentes às variâncias) fosse impossível para a amostra disponível para a economia brasileira. Vale notar que, na melhor das hipóteses, fechando os olhos para muitas observações e críticas que devem ser feitas, o período de inflação baixa começou em 1995, o que totaliza 12 anos de informações - menos da metade do utilizado pelos autores americanos.
Entretanto, o que me chamou a atenção, e me deixou contrariado, foi constatar que não existem séries de qualidade e tamanho suficiente para começar algum estudo de séries de tempo incorporando medidas de mercado de trabalho para a economia brasileira. Precisava de duas medidas básicas: salários pagos e horas trabalhadas. Pensei na hora nas duas fontes tradicionais: IBGE e CNI. No IBGE, a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) foi reformulada e os dados começam em 2001; apelando para a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), querendo aproximar a economia a partir do comportamento da indústria, também as séries começam em dezembro de 2000. Na CNI, as séries de horas trabalhadas na produção e massa salarial foram interrompidas ao final de 2006 para reformulação.
Qual o resultado disto em termos de pesquisa? Sinceramente, agradeço, de coração, o trabalho esforçado de quem está nestas instituições, coletando números, muitas vezes arrancados à força das empresas (e eu sei do que falo pois já fui estagiário e coletava estes números para uma das pesquisas). Agora, é uma barbaridade, um escândalo não ser mantida alguma série que possibilite uma análise decente das condições do mercado de trabalho ao longo do tempo. Mesmo que fosse uma série inferior, com menos informação que novas metodologias permitam produzir, algum número tinha que estar disponível.
É óbvio que vai ter gente da análise de elevador que vai dizer: "ei, mas eu posso continuar dizendo que a massa salarial subiu, que o número de horas trabalhadas caiu, com base em números do IBGE." É óbvio que sim. Mas análise econométrica séria pressupõe um conjunto de dados mínimos que não existem no país hoje. Falar de tendências, ciclos, efeitos de choques, decomposições de variância, tudo isto assume, sempre, que a série disponível seja longa o suficiente para que o mapeamento entre causas e efeitos seja devidamente estabelecido.
Fica o pedido: se alguém conhece alguma série que caracterize a evolução dos salários e das horas trabalhadas no Brasil que comece ao menos no início dos anos 90, por favor, um pobre bolsista precisa da sua ajuda.
Abraços!
fevereiro 03, 2008
Meu Post de Carnaval...
Abraços!
Parado
1) Domingo de Superbowl. A final do campeonato de futebol americano é hoje, com os seus comerciais de milhões de dólares e um jogo interessante, já que, pela primeira vez desde o Miami Dolphins de 1972, um time pode completar a temporada invicto: o New England Patriots assombrou a todos ao longo da temporada e pode coroar o que seria uma temporada perfeita, não apenas em função dos jogos ganhos, mas dos recordes quebrados. Resolvemos ficar em casa, ainda que muitas festas devem estar ocorrendo ao redor do país para acompanhar o jogo.
2) Um dos motivos para ficar em casa foram as listas de exercícios, que continuam sobrando, mesmo ao longo do segundo ano de curso. Entretanto, duas motivações a mais nas listas deste semestre: a) foco em séries de tempo, um dos meus temas preferidos: das três cadeiras que estou fazendo neste semestre, duas são em séries de tempo; b) uma das cadeiras é ministrada por Tim Bollerslev, o mais próximo do que pode ser chamado de "candidato a prêmio Nobel de economia" pela faculdade. A aula dele é muito boa, muito boa mesmo!!!
3) Perguntam sobre a "crise americana". Na boa, não dá para "sentir" nada. Não sei se tem a ver com o fato de eu andar apenas no circuito casa-universidade, ou se o auge ainda não apareceu, ou se "crise" aqui é algo bem mais suave do que no Brasil. O que eu sei é que a chamada "crise americana" não passa de um tema de debates para a televisão.
4) É interessante acompanhar o processo eleitoral daqui. Tenho gastado algum tempo acompanhando os debates e as apurações das primárias. Processo bem elaborado, e debates de altíssimo nível. Sobre as preferências da região, o jornal da universidade publicou levantamento sobre as doações dos funcionários para os pré-candidatos a presidência. O dinheiro arrecadado não é muito (cerca de US$41 mil até o final de setembro do ano passado), mas a distribuição parece dizer muito sobre o que acontece hoje: apenas Barack Obama recebeu quase a metade de todo este dinheiro, que inclui as doações para nove candidatos, entre republicanos e democratas. Seria legal se esse levantamento fosse atualizado, até para ver se o acirramento da campanha entre os democratas resultou em aumento das doações para o partido.
5) Ainda sobre política, excelente frase em uma caneca que vimos em Washington (vou comprá-la na próxima vez que for para lá): "I love my country. It's the government I am affraid of".
Um abraço!
janeiro 26, 2008
A Vida Sob a Lei
A frase parece trivial em termos da noção que temos de justiça: dadas as leis, todos deveriam ser iguais no tratamento recebido pelo judiciário, independentemente de outros condicionantes, como origem, raça, renda, etc. Mais do que um slogan bonito para um prédio do governo, a frase sintetiza bem a aplicação da lei no país. Se entramos de forma ilegal no país, a lei pune, mesmo se não cometemos nenhuma irregularidade durante a permanência no país. Se o aluguel está atrasado, a imobiliária não tem por que se preocupar com o despejo dos caloteiros, já que o governo garante a aplicação do assinado no contrato. Se o Senador assediou um garoto menor de idade em um banheiro público, vai preso e, por vergonha do que fez, renuncia.
No Brasil, às vezes parece que uma parte da frase é esquecida, ou não aplicada: a igualdade da justiça tenta ser aplicada, a despeito da observação prévia da lei. Entre muitos exemplos encontrados nos jornais, o último deles é esclarecedor do meu ponto: quando o Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, diz que invasor de terra pode contar o tempo de trabalho nas terras invadidas para fins de aposentadoria, ele está se sobrepondo à lei para tratar igualmente todos os cidadãos. Ao invés de penalizar quem descumpre a lei, oferece-se o incentivo.
Além disso, o parecer do consultor jurídico do ministério é falho, quando argumenta que não é responsabilidade do INSS averiguar se a terra onde o invasor trabalha é de sua propriedade ou não. O Estado não pode se responsabilizar por quem não cumpre os seus deveres legais. A igualdade oferecida diante da lei, e garantida a partir do cumprimento da lei. Se o indivíduo está violando a lei, ele não pode ser tratado como igual. E o melhor exemplo é justamente do imigrante ilegal nos Estados Unidos: aqui, o imigrante ilegal não pode solicitar assistência, pelo simples fato dele ser ilegal. O imigrante pode ter o melhor comportamento possível desde que chegou no país, mas não pode ser assistido pelo Estado, justamente por ser, conceitualmente, um cidadão ilegal.
A frase estampada na Suprema Corte é aplicada como modo de vida e de conduta. No Brasil, não seria mais do que enfeite de prédio.
Abraço!
janeiro 24, 2008
O Silêncio de Davos
Clóvis Rossi, ACORDA!!!! Excetuando o ano da eleição de Lula e a sua primeira ida para o Fórum, e talvez em algum dos anos em que o governo Fernando Henrique entrou em crise, o Brasil nunca foi tema de debate no Fórum de Davos! Mais do que isto: o Brasil não é tema de debate em fórum internacional algum! Quando se fala de América Latina, fala-se de Chavez (como exemplo do processo político padrão), fala-se da Argentina (como exemplo do desempenho econômico padrão) e fala-se do México (como exemplo do que seria o país que abrisse as fronteiras de comércio com os Estados Unidos). Quando se fala de países emergentes, fala-se de Taiwan, Cingapura, Coréia do Sul, vez por outra do exemplo de Portugal e Espanha (para os que ainda os enquadram nesta categoria). E É SÓ!!!!
O "silêncio de Davos" não é o silêncio de um grupo de banqueiros sobre o Brasil. É uma parte do desinteresse do mundo pelo que se passa na pátria-mãe gentil.
Abraços
janeiro 22, 2008
Em Tempos de Crise...
Olhem só onde fica a Embaixada do México, em Washington, e a conveniência do lugar nestes tempos de crise internacional.
Abraços!
P.S.: Obrigado, Chris, pela participação importante nas filmagens.
janeiro 21, 2008
Cano, De Novo!
Fico postado no lugar marcado. Ia me encontrar com ele! Hora acertada, estou onde ficou combinado. Entretanto, mais uma vez, o Bush me deu os canos: preferiu ficar assistindo na tevê as semifinais do futebol americano ao invés de cumprir os seus compromissos.
Repare a cara de impaciente observando o relógio...
Que coisa! Agora, só me resta voltar para Durham e esperar pelo pedido de desculpas.
Abraços!
janeiro 20, 2008
Nation, Nation... Colbert Nation
Com esta frase, Stephen Colbert abre a maioria dos episódios do seu programa diário de humor para "denunciar" aqueles que querem destruir a América. Seus alvos? Hollywood, com seus filmes; os cientistas ("inventam umas tais de placas tectônicas, que ninguém nunca viu, ao invés de admitirem que a Califórnia sofre terremotos como punição por Hollywood ter transformado o estado em Sodoma e Gomorra"); jornalistas ("nada deixa um homem tão infeliz quanto informações novas. Por exemplo: você sabia que milhares de cachorrinhos são executados todos os dias nos abrigos para animais dos Estados Unidos? Se você não tivesse esta informação agora, com certeza estaria mais feliz."); os aposentados ("nunca vi ninguém ganhar dinheiro sem trabalhar. Talvez fosse mais interessante colocar os aposentados ao longo da fronteira com o México para cuidarem da imigração com o mesmo interesse que cuidam dos gramados das suas casas. A fronteira ficaria muito mais protegida"); entre muitos outros grupos.
Pois bem, nation, a América está em guerra. Chris e eu fomos visitar a National Portrait Gallery, em Washington, esperando encontrar americanos em busca de seus ídolos, os "founding fathers", para guiá-los nesta época de incertezas. Quem foi o mais procurado?
Será George Washington, presidente eleito duas vezes que recusou uma proposta de mandato vitalício para que terminasse a vida no que sempre foi: um fazendeiro da Virgínia? Pela foto abaixo, não. Note como o casal à esquerda, apesar de postados em frente ao quadro, estão olhando em outra direção...
Abrahan Lincoln? Não, não: deixaram o pobre pensando sozinho no destino da nação, como se pode ver.
Talvez o presidente conhecido por seu idealismo. Também não: Kennedy está falando sozinho até agora na galeria.
Os mais modernos? Não, não: Bill Clinton não teve nem chance. Mais uma vez, seus "pseudo-observadores" olham para o outro lado. Alguma coisa diferente chama a atenção...
Subitamente, uma fila gigantesca. Descobrimos!!! É aqui que os americanos se juntam para pensar em seu futuro!!!
Mas tinha alguma coisa errada: a fila parecia terminar no retrato de Washington que eu tinha mostrado antes. Eu tinha que descobrir quem era a personalidade que atraía a atenção do povo americano. O vídeo abaixo resolve o enigma! Sim, era ele!!! Veja o local estratégico onde sua foto foi colocada! Sim, um local onde as necessidades do povo americano vem a superfície!!!
Nation, quando a América está em perigo, ela procura o seu grande defensor, o autor de "I am America, And So Can You!": Stephen Colbert!!!
Abraços!
janeiro 19, 2008
Acordamos Invocados...
Abraços!
janeiro 18, 2008
Nóis Vai pra Capitar, Tá Bão?
Abraços!
janeiro 14, 2008
Mais Aleatórios...
2) Faz frio aqui, mas bem menos que o esperado. Agora, duas da manhã, está fazendo 1ºC. Nada apavorante, na mesma época do ano passado, estava bem pior.
3) Faculdade vazia na primeira semana. Muita gente "enforcou" a primeira semana de aulas, ainda mais porque ela começava na quarta-feira.
4) Falando em ficar fora, vamos conhecer Washington neste final de semana. É feriado por aqui na segunda-feira (Martin Luther King Day), e vamos aproveitar para conhecer um pouco mais dos EUA, antes do semestre efetivamente ficar pesado.
5) Só por ter escrito que estava frio, mas não muito, a temperatura chegou a 0ºC no meu mostrador.
6) Estou estudando: 1) começando os famosos papers do segundo ano (o primeiro deve ser sobre crescimento econômico e política fiscal em economias pequenas e abertas); 2) lendo o livrinho para a prova de legislação da carteira de motorista daqui (interessante as regras para quem é pego com álcool; explico outro dia).
7) Das eleições daqui, ainda não consegui colher impressões. Sei que teve candidato fazendo campanha no estado vizinho, mas não teve, aparentemente, nenhuma influência por aqui. Vi que o Reinaldo Azevedo andou falando da "Obama Girl". Será que ele prefere a "Giuliani Girl", então? (risos) À parte a brincadeira com o vídeo, acho que brasileiros, muitas vezes, levam à sério demais algumas coisas que saem daqui. Por exemplo: fazer de cavalo-de-batalha (ou égua, se preferirem) uma garota que deu sorte de estar no clipe a favor de um candidato popular à presidência daqui é forçar demais a barra. Até a própria Amber Lee não tinha certeza se votará em Obama... Logo, tenham dó.
8) Vou tentar descobrir se por aqui os hospitais vacinam para "Yellow Fever". A oferta de vacinas, aqui, deve ser maior que a disponível no Brasil...
Abraços!
janeiro 07, 2008
Pensamentos Aletórios ao Deixar o Brasil
2) Do que vai me fazer falta ao chegar nos EUA? De todos os que fizeram esta visita ao Brasil a mais agradável possível. Não vou tentar, sob o risco de ter gente irritada comigo, fazer uma lista de todos os amigos com quem pude passar um bom tempo, mas obrigado a todos em São Paulo, Bento, Porto Alegre, Belo Horizonte e Barbacena.
3) O Brasil tem jeito: encontrei um sushi excelente no aeroporto para esperar o vôo, em um lugar onde posso ligar o computador e escrever estas porcas linhas.
4) Sim, sim, não serei hipócrita: também resolvi ligar o computador para carregar o iPod e ter o que ouvir durante o vôo.
5) Terminei mais um dos livros da minha lista proposta nas férias. Economista é uma raça muito mesquinha, mesmo. (risos)
6) O Brasil não tem jeito: o restaurante com um excelente sushi não oferece conexão à internet para os seus clientes. EM UM AEROPORTO!!!!
7) Minhas primeiras férias verdadeiras, depois de um ano e meio na correria. Férias?
8) Aulas na quarta-feira. Aulas?
9) Vou fechar a conta no Banco do Brasil. Precisei deles três vezes nesta viagem de férias, e o Banco falhou nas três. Prejuízo com as operações? Um cartão de crédito bloquedo e outro por vencer assim que chegar nos EUA. Menos mal que o banco dos Estados Unidos conseguiu cobrir algumas das falhas dos nossos burocratas salvos da degola por um aporte de bilhões de reais do governo Fernando Henrique em 1995.
10) Por que as companhias aéreas americanas nos entregam os bilhetes com check-in feito para todas as conexões do vôo, enquanto que as companhias brasileiras nos fazem passar por mais uma fila por não permitirem o check-in de um dia para outro, ou de todas as conexões?
11) Aconteceu: o acidente clássico do molho de soja ao comer sushi. Felizmente, na camiseta preta não aparece nada.
12) Estou indo para o segundo chope. Quem sabe, um pouco alcoolizado, dá para dormir durante o vôo.
13) No bar, está tocando Alanis, Hand on My Pocket.
14) Por que funcionários, e ex-funcionários do Banco do Brasil odeiam tanto o Fernando Henrique? Foi ele que salvou os empregos desta tropa de infelizes.
15) Por que os brasileiros, quando vão para o exterior, gostam de colocar camisetas com a bandeira do país? A identificação de estrangeiros se dá pelas camisas floridas e a pele vermelha. Brasileiros, pela roupa.
Ok, é hora de fechar o post, terminar de comer e ir para a sala de embarque, na esperança de conseguir uma conexão sem fio para o laptop. Nos próximos posts, mais algumas fotos do Brasil.
Abraços a todos!
P.S.: último pensamento, agora postando. Odeio a Telefônica. Tomara que ela perca a concessão para explorar a conexão wi-fi nos aeroportos de São Paulo. É quase impossível fazer a conexão por aqui, mesmo depois de já ter feito o cadastro dias atrás.
dezembro 29, 2007
Something for Nothing
Um feliz 2008 aos amigos, e que os inimigos se mantenham inteiros para que testemunhem nosso sucesso!
Abraços!
Something for Nothing
Letra: Neil Peart
Música: Geddy Lee
Waiting for the winds of change
To sweep the clouds away
Waiting for the rainbows end
To cast its gold your way
Countless ways
You pass the days
Waiting for someone to call
And turn your world around
Looking for an answer to
The question you have found
Looking for
An open door
You don't get something for nothing
You don't get freedom for free
You won't get wise
With the sleep still in your eyes
No matter what your dreams might be
What you own is your own kingdom
What you do is your own glory
What you love is your own power
What you live is your own story
In your head is the answer
Let it guide you along
Let your heart be the anchor
And the beat of your own song