"Hazard - 1. A hazard is something which could be dangerous to you, your health or safety, or your plans of reputation. (...) 2. If you hazard or if you hazard a guess, you make a suggestion about something which is only a guess and which you might be wrong." - Do Dicionário "Collins Cobuild"
outubro 10, 2011
Nobel de Economia: Sims e Sargent
Parabéns aos dois. O mundo (às vezes) é justo.
Abraços!
fevereiro 24, 2011
Rápidas
Algumas notas:
1) Bom pedaço de artigo completo. Tenho uma noção boa dos resultados, mas faltam ainda detalhes para colocar tudo no papel. Tem que sair por agora, e vai sair.
2) Aproveitando um pouco o tempo para desenvolver minhas habilidades em C/C++. É fascinante os ganhos de velocidade em comparação com o Matlab. Pude reescrever uma simulação que eu tinha em Matlab para o C++. A estrutura do trabalho era a seguinte: a) dado um conjunto de parâmetros, obter a solução de um modelo; b) extrair da solução as matrizes de coeficientes; 3) dadas as matrizes, simular o modelo para um conjunto muito grande de vetores de variáveis de estado; 4) executar mais alguns cálculos simples a partir da resposta da simulação. Para um conjunto de 100.000 vetores com variáveis de estado, o Matlab gastava 22 minutos para resolver o problema. Em C++, o mesmo problema, escrito com a mesma estrutura de código (fiz praticamente um copy-paste do código em Matlab, para que não tivesse diferença de estrutura na programação de um sistema para o outro), gastava apenas 35 SEGUNDOS. E isto sem usar recursos de computação paralela, entre outros truques.
3) Ainda na trilha do C/C++, recomendação do meu amigo Anderson: vale explorar a library Boost C++. Programa gratuito, com peer review para garantir a qualidade, facilita demais o trabalho de programação. A briga agora vai ser com o departamento de informática do banco para liberar o download nas máquinas de lá.
4) Gente de outros esportes também sabe aproveitar Duke. Nem por isto vou passar a gostar dos Cowboys.
5) Estou acompanhando meus colegas que entraram comigo no PhD em sua briga no mercado de trabalho para economistas. Se você quiser acompanhar o massacre anual das turmas de formandos em economia dos melhores programas de PhD do mundo, siga aqui. Tem até universidade brasileira que busca professores por este sistema: parabéns FGV-RJ.
6) "Who is John Galt?" Prometo uma aventura na análise literária em futuro breve.
Abraços!
dezembro 10, 2010
TK Thoughts
Sempre fui um cara de rádio: gostava de ouvir futebol pelo rádio quando morava no interior do Rio Grande do Sul, sempre brigando com a interferência da antena da televisão para achar o som mais nítido. Ficava em uma guerra, onde cada centímetro de movimento do rádio era capaz de gerar ruídos estrondosos, ou um som pouco mais nítido. Morando nos Estados Unidos, e precisando ouvir algo para me isolar do resto do mundo durante os estudos, passei a buscar alternativas em rádios locais. Tony Kornheiser, apresentador do programa de debates de maior sucesso da ESPN, Pardon the Interruption (PTI)*, possui um programa diário de rádio na emissora local da ESPN em Washington, onde não necessariamente ele trata de esportes. Dono de um humor bastante ácido, fazendo o papel de rabugento muitas vezes (identificação do ouvinte?), Tony é o autor de frases fabulosas ditas ao longo do programa. Uma delas que eu ouvi hoje pela manhã, programa do dia 8/12, ao tratar de sessões de autógrafos em livros:
"What I used to get [in book signings], not anymore because nobody takes me seriously, I used to get somebody who used to say something like this, in order to show off, they would say: 'I read your stuff, I don't always agree with it, but I read your stuff'. And I would say to them always the same thing: 'You should always agree with it, because you are a loser!' And that was always an end of the conversation, because I hated that! I hated that they had to express their need to show their independence and superiority to me by saying that you are pretty much of a trifle, but then, why are you here?"
Abraços!
(*) Por favor, ESPN do Brasil: pare de tentar imitar a estrutura do PTI com o maldito programa "É Rapidinho"!!! A cópia é ruim, os apresentadores são péssimos, e brasileiros possuem problemas sérios para lidar com limitações de tempo, que é justamente o que confere o charme do original americano. Portanto, pare, ok? Chega!
agosto 26, 2010
Aguardem
Em breve, algumas mudanças aqui no blog, e mais alguns links legais relacionados ao meu trabalho. Ok, talvez não seja tão "em breve", mas colocando o post fica ao menos o compromisso moral de fazer algo que estou adiando já faz um bom tempo.
Aguardem.
Abraços!
julho 15, 2010
They're Back!!!!
"I'm the Great Cornholio!!! I need T.P. for my butthole!!!"
"That's gonna be cool", apesar da baixa qualidade de alguns remakes. Ainda que só o fato do formato proposto consista no retorno dos "heróis" criticando vídeos atuais já vale o esforço.
Abraços!
junho 14, 2010
Brasil nos EUA: A Pérola Burocrática
Meu retorno ao Brasil não poderia ter sido melhor caracterizado pelo meu contato com o Consulado Brasileiro de Atlanta. O Consulado atende um conjunto de estados que inclui a Carolina do Norte. Logo, todos os trâmites burocráticos que os brasileiros residentes nos EUA devem enfrentar passam por este Consulado. Fomos até Atlanta, por exemplo, para fazer o registro de nascimento da Bia, que, obviamente, ainda que o Consulado tenha feito o registro, precisou de um segundo documento a ser solicitado em cartório depois do retorno ao Brasil (uma "transcrição", o que quer que isto faça sobre um documento oficial do governo brasileiro).
Mas este post não está aqui para falar do registro da Bia. Sabendo da necessidade de revalidação do diploma, resolvi, ainda nos EUA, escrever para o Consulado buscando informações sobre como iniciar o processo. Para quem não sabe, todo o brasileiro que estuda no exterior (com exceção de alguns países) precisa revalidar o diploma para este ter valor no território nacional. Como tivemos que marcar horário para comparecer pessoalmente no Consulado para o registro, mandei o seguinte e-mail no dia 08 de abril:
"Prezado Sr(a):
Sou brasileiro, estudante de doutorado em Duke University (Durham-NC) e estou terminando o curso neste semestre. De acordo com as instruções brasileiras, o diploma do curso de doutorado precisa ser carimbado pelo consulado da minha região para iniciar o processo de revalidação do diploma no Brasil. Eu tenho algumas perguntas sobre o procedimento:
1) qual é, exatamente, a lista de documentos que eu tenho que apresentar no consulado para a autenticação? É apenas o diploma? Eu já vi alguns sites do governo (vide, por exemplo, http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12405&Itemid=867) afirmarem que é necessário também o histórico escolar, entre outros documentos.
2) por uma condição particular do meu financiamento aqui nos EUA, eu tenho que retornar para o Brasil antes que o diploma seja efetivamente emitido pela universidade. Existe algum outro procedimento para iniciar a revalidação do diploma antes de recebê-lo?
3) É necessário fazer o agendamento também para este procedimento?
Grato desde já pela atenção,
Angelo M. Fasolo"
No dia 09, recebo a seguinte pérola:
"On Sex 09/04/10 16:22 , legal@atlantaconsulatebrazil.org sent:
Somente legalizamos o original do diploma e o "official transcript".
LEGALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS ESCOLARES E ACADÊMICOS
ATENÇÃO: a legalização de documentos SOMENTE é feita por CORREIO. Importante: a JURISDIÇÃO do Consulado-Geral do Brasil em Atlanta cobre os estados de Alabama, Georgia, Mississippi, North Carolina, South Carolina, e Tennessee e somente pode legalizar documentos emitidos dentro de sua jurisdição.
1) Históricos (school records and transcripts), cartas, certificados, diplomas, e outros documentos emitidos por schools, high schools, colleges e universities devem ser enviados no original, ou seja, devem estar impressos em papel timbrado, contendo o nome/endereço/estado da escola ou instituição acadêmica, bem como selo ou carimbo em relevo (raised seal). Cartas, certificados e diplomas devem ainda estar assinados por funcionário autorizado (normalmente o principal, register, or counselor).
2) O valor da legalização é de US$ 5,00 por cada documento escolar/acadêmico. Mais de três (3) documentos escolares/acadêmicos podem ser legalizados em forma de maço (o que significa que não podem ser desmembrados) ao custo de US$ 15,00. A única forma de pagamento aceita pelo Consulado é money order do correio norte-americano (U.S. Postal Service) nominal ao Consulate of Brazil.
3) O Consulado somente aceita correspondência enviada por envelope Express Mail do correio norte-americano (U.S. Postal Service - não confundir com UPS-United Parcel Service). Outras formas de envio como Fedex, DHL, UPS, etc não serão aceitas e seus envelopes serão devolvidos sem ser abertos.
4) Os documentos enviados por correio devem vir acompanhados de um envelope Express Mail pré-pago (ou seja, já com os selos postais) e auto-endereçado para devolução ao interessado. O endereço de devolução pode ser tanto nos EUA, quanto no Brasil. Dada a impossibilidade de o Consulado arcar com o pagamento de tarifas de correio internacional, o interessado deve prestar atenção para que o valor dos selos postais colocados no envelope Express Mail de retorno correspondam ao custo exato de envio internacional para o Brasil. Outra alternativa para os estudantes que já se encontram no Brasil é que a legalização seja providenciada por alguém nos EUA.
5) O Consulado não se responsabiliza por atrasos ou perdas de documentos enviados por correio e recomenda que a pessoa interessada anote o número de contole (tracking number) dos envelopes de Express Mail.
6) Em caso de extravio, nova documentação original deverá ser providenciada pelo interessado e um novo processo de legalização deverá ser iniciado, seguindo os procedimentos aqui descritos.
7) Documentos que sejam enviados de forma incompleta, ou seja, sem seguir os requisitos acima, não poderão ser legalizados (como por exemplo documentos que não tenham sido emitidos dentro da jurisdição, ou que não sejam originais, ou que não contenham assinaturas e carimbos) e serão devolvidos pelo envelope Express Mail de retorno fornecido pelo interessado.
8) O prazo para a legalização de documentos escolares é geralmente no mesmo dia, a partir da data de seu recebimento no Consulado, ou seja, sem contar o tempo gasto no correio. Dado que o Consulado cobre 6 estados e recebe um grande volume de documentos escolares/acadêmicos enviados por estudantes de intercâmbio, estudantes universitátios e de pós-graduação ao final do ano letivo norte-americano, o prazo de legalização nessa época pode ser mais longo.
9) Para entrar em contato com o setor de legalizações, os estudantes devem enviar email para: legal@atlantaconsulatebrazil.org .
Atenciosamente,
Setor de Legalizações
Consulado do Brasil em Atlanta
3500 Lenox Road, Suite 800
Atlanta, GA 30326"
Por partes:
1) O Consulado não presta serviços para quem já voltou para o Brasil: se o infeliz resolveu sair dos EUA, não pode mais contar com os serviços do Consulado, mesmo que consiga provar que morou em algum dos estados atendidos pela representação brasileira. Como diz a mensagem, devemos contar com a boa vontade de amigos, já que "[O]utra alternativa para os estudantes que já se encontram no Brasil é que a legalização seja providenciada por alguém nos EUA." Também não adianta pegar um avião e aparecer na sede: como diz a mensagem "a legalização de documentos SOMENTE é feita por CORREIO."
2) Obviamente, também não é qualquer correio que resolve o problema: seja por causa do pagamento do serviço, seja pelo envio do documento, o único meio válido para o Consulado abrir o processo é "envelope Express Mail do correio norte-americano (U.S. Postal Service - não confundir com UPS-United Parcel Service). Outras formas de envio como Fedex, DHL, UPS, etc não serão aceitas e seus envelopes serão devolvidos sem ser abertos." Para economistas, o Consulado de Atlanta estimula monopólios?
3) Finalmente, cabe lembrar que este não é o passo final para a revalidação do diploma: agora, o meu diploma será enviado para alguma universidade federal que reunirá uma comissão para dizer se o meu diploma é válido ou não para o exercício da profissão no país. Se vocês já observaram com cuidado a barra de links na lateral, vocês devem ter associado que dois dos meus financiadores no PhD são agências governamentais. O interessante é que o governo do Brasil gastou dinheiro para me sustentar durante quatro anos, para só depois avaliar, através dos procedimentos do Consulado e de alguma universidade, se o diploma que eu ganhei é válido no país. Ou seja, teoricamente, a bolsa de estudos do governo pode estar sustentando alguém cujo diploma não será aceito no país.
Eu juro que tentei explicar isto para os meus colegas, mas eles não conseguiram entender. Eu também tenho dificuldades para entender isto. Welcome to Brazil!
Abraços!
maio 12, 2010
Fechando a Conta
Dias tumultuados por aqui: fechando mudança, carro vendido, impressão de comprovantes, escolha sobre o que vai conosco no vôo e o que é despachado pela transportadora, mais impressões de comprovantes, um primeiro contato com o departamento para onde posso ir trabalhar, cerimônia de formatura (começa na sexta-feira, termina no domingo), cancelamento de contas (luz, telefone, internet), outras impressões de comprovantes.
No fim, tudo se organiza. Por bem ou por mal, tudo se organiza.
Abraços!
abril 26, 2010
Em uma Esquina de Durham
— Está terminando o doutorado em quê?
— Economia.
— Ah, que legal. Minha mãe é economista, dá aulas em uma universidade lá na Índia.
— Que bom, que legal. E tu nunca te interessou pelo assunto?
— Eu sempre achei muito estranha esta coisa de "oferta e demanda", pegar o comportamento individual e agregar para falar de um país inteiro... muito estranho para mim. Preferi estudar bioquímica.
— Ah, tá.
Pouco tempo depois:
— O carro que vocês estão vendendo está bom, possui boas condições de uso, mas eu vou gastar algum dinheiro fazendo reparos. Dá para negociar o preço que vocês postaram?
— Não, aquele é o preço final.
— Mas comprando o carro eu tenho que gastar mais um tanto para os reparos.
Resposta dada:
— Lamento: nós temos outras duas pessoas interessadas no carro, e ambas aceitaram pagar o preço final. Se não tivesse mais ninguém interessado, eu aceitaria negociar, mas não é o caso.
Respostas alternativas, que poderiam ter sido dadas:
— Ligue para a mamãe, e ela pode te explicar por que eu não estou baixando o preço.
— Estou apenas usando o meu conhecimento sobre "oferta e demanda". Ainda não entendeu? Mamãe, sim.
— Nota bem: eu fiz um exercício de maximização intertemporal restrito, resolvendo o problema das preferências individuais de vocês, possíveis compradores, e a minha oferta para chegar neste valor. Não entendeu?
Espero contribuições dos meus oito leitores para outras respostas que eu poderia ter dado para a possível compradora do nosso carro.
Abraços!
abril 19, 2010
Welcome to the Jungle
Os preparativos para o retorno ao Brasil me lembraram desta música.
"Welcome to the jungle
It gets worse here everyday
You learn to live like an animal
In the jungle where we play
If you got a hunger for what you see
You'll take it eventually
You can have anything you want
But you better not take it from me"
abril 12, 2010
Cookies e Café versus Pole Dancing
Pole dancing em Cambridge. Para relaxar durante os estudos. É. Assim mesmo. E o máximo que a universidade oferece aqui é café e cookies de graça na biblioteca central durante a semana de provas. Sensível diferença.
Abraços!
P.S.: H.T. Selva Brasilis
abril 09, 2010
Copa do Mundo pela ESPN
Tem algum tempo que eu estava querendo fazer este comentário, mas infelizmente faltava tempo. O comercial abaixo está passando todo o dia na ESPN, fazendo propaganda das transmissões de jogos da Copa do Mundo para os EUA.
Produção bonita, né? As imagens dos estádios, as celebrações dos gols,... tudo bem filmado. Agora, vamos avaliar o que exatamente existe do nobre esporte bretão no filme:
1) Aos 7 segundos, um gol de uma seleção africana (não consegui identificar qual) contra o Brasil;
2) Aos 10 segundos, um zagueiro de Portugal entrando com o pé no queixo de um jogador do time adversário;
3) Aos 12 segundos, um gol da Argentina (curioso, o editor parece gostar de gols feitos com chutes de longa distância);
4) Aos 13/14 segundos um zagueiro grosso até não poder mais (inglês?) espanando para trás uma bola do jeito que ela veio.
Ou seja, das quatro jogadas mostradas, duas são de uma falta de técnica absoluta. Eu não tenho nada contra, muito antes pelo contrário, se o zagueiro do meu time entra com a chuteira na cara de um atacante, mas não creio, e meus amigos publicitários podem falar disto melhor do que eu, que este seja o lance ideal para promover o esporte em um país que não é muito adepto da prática. Às vezes eu acho que estes lances aparecem para mostrar que o futebol também é um esporte viril (por aqui, soccer jogado por homens não é visto como um esporte sério, o que é fácil de entender quando a maior audiência esportiva está no football dos sábados e domingos). Mas ainda assim, listar quatro lances em um comercial e dois deles absolutamente toscos é de doer!
Abraços!
P.S.: notei que o vídeo ficou cortado no blog. Ele pode ser visto por aqui.
abril 05, 2010
Duke 2010 NCAA Champions!
fevereiro 02, 2010
Software
Duas dicas para quem precisa de programinhas fáceis para organizar o trabalho:
1) Dica do Shikida (na verdade, quem usa parece que é o Leonardo Monastério) excelente sobre o Zotero. Escrevendo a tese, não perco mais tempo com códigos em LaTex para escrever a bibliografia: basta achar na internet o link e as referências do artigo que quero citar e adicionar à minha base de dados do Zotero. Depois, é só exportar a base de dados no formato BibTex e tudo está resolvido. Livros? Basta entrar na página de alguma livraria virtual (sim, serve até a Amazon), achar o livro e adicionar a referência na base de dados. Tudo com um clique dentro do Mozilla Firefox.
2) Todo mundo na faculdade está usando, eu devo instalar aqui no meu computador amanhã, o Dropbox. Para quem trabalha em mais de um computador e precisa ter os arquivos atualizados sempre à mão, é uma tranquilidade. Backup imediato a cada alteração dos arquivos e acesso aos dados onde quer que esteja.
Abraços!
janeiro 01, 2010
Dos Medos e Manias
Muito bom o comentário de um professor de filosofia, publicado no NYT, associando ao final o medo gerado pelo famoso Bug do Milênio (alguém ainda lembra?) com as teorias do aquecimento global.
Um abraço!
Duke Basketball: Foi Mal
Ô Cristiano, foi mal, cara. Mas jogar contra Duke, com direito à transmissão pela tv para todo o país, foi um estímulo para a gurizada daqui. Não adiantou nem trazer o Denzel Washington (pai de um dos jogadores da UPenn) aqui para Durham, que a turma do K passou por cima.
Um abraço!
dezembro 31, 2009
Feliz 2010!
Hein? 2009 já passou? Já foi? Já estamos em dezembro??? Tá bem. Então ficam os votos de um Feliz 2010 para os nove leitores do blog.
Um abraço!
dezembro 24, 2009
Silêncio! E Feliz Natal!
dezembro 22, 2009
Dê a Mão, o Estado quer o Braço
Health Care Bill, tudo bem. Agora, escolher entre cosméticos e sessões de bronzeamento artificial para financiar a lei é piada: por que alguém tem que escolher para mim se a minha cara feia precisa de botox ou de uma corzinha de praia (ainda que falsificada)??? Não era mais simples, então, um imposto igual para os dois itens? Ah, mas é para isto que existe lobby no Congresso...
Um abraço!
dezembro 13, 2009
E a Profecia se Fez como o Previsto
"Maria será uma menina muito verbal. Ela sempre deixará vocês sabendo sobre o que ela quer e o que ela não quer."
Nunca um pediatra foi tão preciso em um palpite sobre a paciente.
Abraços!
outubro 27, 2009
Memórias de Guerra: Duke
Nesta sexta-feira, foi inaugurada ao lado da Chapel a ampliação* de uma placa homenageando os ex-alunos da universidade que faleceram em guerras ou em serviço desde a Guerra da Coréia. Uma pena que a cerimônia de inauguração foi feita sob chuva, mas de toda forma a oportunidade foi a melhor possível, pois o campus estava cheio por ser "parents weekend" (o final de semana em que programações especiais recebem os pais que vêm visitar os rebentos estudando em Durham).
A inauguração da placa mostra um aspecto muito próprio da relação do americano com o exército do seu país: pode-se concordar com a guerra, pode-se discordar da guerra, mas o respeito e a admiração do americano com quem está na linha de frente do campo de batalha é o maior possível. Quando vemos militares em trânsito no aeroporto (existe uma base militar aqui em NC), ou a passeio em cidades maiores, uma das cenas mais comuns são adultos, pais de família, parando os soldados para agradecer pelos seus serviços e pedindo para que posassem em fotos ao lado dos filhos.
A universidade, com a placa, dá a sua parcela na homenagem aos que morreram em combate, e mostra, mais uma vez, a admiração americana em relação ao seu exército.
Abraços!
(*) Já existia uma placa, homenageando os ex-alunos que faleceram na II Guerra Mundial, daí o termo "ampliação".
